O medo

TENHA MEDO DO QUE O GOVERNO PODE FAZER COM VOCÊ. NO BRASIL GOVERNAR É SATISFAZER NECESSIDADES FISIOLÓGICAS.

13 de dez. de 2012

Um brinde aos cães fieis!

Colocar os podres de Lula pra fora é, como não poderia deixar de ser, "orquestração da mídia afinada" com os desafetos do chefe de todos os chefes do crime organizado que se instalou na máquina pública, desde que e o delito em pessoa subiu a rampa do Palácio do Planalto em 2002 e se enrodilhou na faixa de presidencial que tomou como sua; eternamente sua. Tomou como sua, tanto a faixa quanto a República. E não quer largar.

Enrolado até o pescoço com namoriscos dedicados a primeiras-damas paralelas; unha e carne com malfeitores contumazes, corruptos, propineiros, quadrilheiros, mensaleiros, aloprados, Lula botou na rua a maior tropa de choque já formada no País para defender sua honra maculada, sua figura impoluta de companheiro bom e batuta.

O bloco é liderado no Congresso Nacional por ninguém mais nem menos do que Fernandinho Beira-Collor; no PT e suas siglas terceirizadas tem o comando do ínclito Rui Falcão, presidente do partido que já foi dos trabalhadores; na Esplanada dos Ministérios, usa qualquer ministro que lhe apareça pela frente; no Judiciário, anda à cata dos ministros eternamente gratos aos velhos papos de sempre banhados a "um bom vinho".

Já no Palácio, usa a sua cria de estimação, Dilma Vana, para fortalecer sua volta - mais que desejada, necessária e fundamental para que não pegue uma cana braba; usa e abusa da agradecida Dilma Vana que, ao defendê-lo, ingenuamente cava a própria cova da sua permanência na casa principal da nação, de onde se domina o Brasil da Silva.

Tanto ele considera a faixa como sua que se vale de mais um escândalo para, em nome da defesa da honra e da virtude, simular indignação e botar pra trabalhar sua pandilha lulática como se fosse para lavar a alma, quando na verdade está fazendo-os de trampolim para a sua volta por cima de Dilma Vana em 2014. E ela se presta.

Lula não tem mãe viva. Não é força de expressão. Dona Lindu já não está por aqui. Lula não tem mãe viva e nem irmão parece que tem na vida. Cadê Jaime, Marinete, Vavá, Maria, Frei Chico e Tiana? Lula não tem mãe viva é a expressão da verdade. É a pura realidade. Pergunte isso aos companheiros que ele foi abandonando pelo caminho quando a coisa ficou preta pro lado dele. Tem mais companheiro relegado por Lula do que as punhaladas que ele conta que já levou pelas costas.

Cadê as fotos com Palocci, Zé Dirceu, Genoíno,  Delúbio Soares, Roberto Jefferson, Costa Neto, João Paulo Cunha, Pedro Henry, Marta Suplicy, Erundina, Maluf; cadê aquelas fotos com Lorenzetti, o churrasqueiro do Torto e com o Freud, que não sai de cima; cadê a foto com o seu ingênuo irmão Vavá, o que furungava coisas no Planalto Central; cadê seus filhos e seus passaportes diplomáticos; cadê Lulinha que depois de rico não dá as caras; cadê Rose, onde foi parar Rosemary, primeira-dama da Presidência paralela em São Paulo, cadê?!?

Flagrantes dos bons velhos tempos não vale; têm que ser foto da semana. Também não vale dizer que "outro dia mesmo" ele falou com fulano, beltrano ou sicrano. Sem foto, não dá pra acreditar. Lula não bebe, não fuma, não joga, mas sempre que pode, mente um pouquinho.

Quem encontrar, ganha uma caixa de fósforos vazia. E é muito pelo premio que merece. Lula se queixa de tantas punhaladas porque, ao primeiro sinal de sair chamuscado de seu acervo de confusões, ele vira as costas e se manda. É da sua natureza.

Então essa carga pesada de chumbo grosso que o governo e a tropa de choque dos que acompanham Lula em suas "inexistentes" maracutaias, estão descarregando  em cima da imprensa que é acusada de atacar Lula permanentemente "numa guerra sem quartel, sem data para acabar" é, mais que a velha tática de tapar o sol com a peneira desqualificando os que não rezam pela Bíblia do Lulismo, uma confissão explícita de formação de quadrilha.

Uma quadrilha formada para, em forma de blitz arrasadora, ou de matilha feroz, destruir quem não integra o cartel de maiores amigos do homem, cuja taxa de inscrição é apenas um atestado de fidelidade canina. 

Não há ataques da imprensa. Não nenhuma epopeia persecutória. Há edição de fatos. Nenhum deles criado pela imprensa - que jornalista pode ser tudo, menos pateta o bastante para equiparar-se a quem quer fazer-se passar pelo presidente mais pateta da História do Brasil.

Jornalista morre de medo de acabar numa cela de segurança máxima junto com dirceus, genoínos, delúbios e mensaleiros, não pelos mesmo golpes aplicados por eles sob a chefia do seu líder - um sujeito que, nesses casos, gostaria de continuar oculto - mas por respeito à legislação brasileira que prevê e pune por injúria, calúnia ou difamação.

Se não há no Brasil jornalista preso por injúria, calúnia ou difamação contra esses senhores dos aneis que se apropriaram do Brasil, então o que se edita de patifaria e descalabro nessa República dos Calamares, precisa ser levado em conta e os leitores - tenham eles azia, ou não - precisam saber de tudo. Tintim por tintim.

Então, um brinde pois à liberdade de expressão e à verdade! Tin-tin! E uma sonora e duradoura vaia aos fieis imitadores de cães fieis desse País de quem não quer largar o osso... Rin Tin Tin!