O medo

TENHA MEDO DO QUE O GOVERNO PODE FAZER COM VOCÊ. NO BRASIL GOVERNAR É SATISFAZER NECESSIDADES FISIOLÓGICAS.

24 de mar de 2016


"NÃO PRECISO SER MINISTRO
PARA AJUDAR ESTE PAÍS"
Este foi Lula ontem, falando para centrais sindicais pelegas na Casa de Portugal, no coração de São Paulo.

Vesgo social, esse tal de Lula, Barba, Brahma, Metamorfose Ambulante ou seja lá o codinome que esse camaleão use conforme a ocasião, já nem se dá conta mais quando está sendo ridículo. É que é ridículo sempre.

Como assim "não preciso ser ministro para ajudar este país"? Quem não precisa é este país que Lula seja seu ministro. Nem ministro de estado, nem da carestia, bem mais provável do que da santificada eucaristia. Lula não é santo. Ao contrário é um tremendo pilantra de palanques. Tem o papo fácil dos que aplicam o conto do vigário.

Nesta quarta-feira mesmo, falando para centrais sindicais pelegas, na Casa de Portugal, no coração de São Paulo, Lula deu um show de graça, sem cobrar o outrora habitual cachê milionário, posto que seus principais patrocinadores estão na cadeia.

E ele foi incendiário, beirando o incitador social: "A economia a gente resolve amanhã ou depois de amanhã. Mas evitar o golpe é hoje"!

Epa, o quié isso, companheiro?!? Que gente é essa que vai resolver a economia amanhã ou depois, ou quando bem quiser? E por que a economia tem que ser resolvida: quem foi que estuporou a economia, quem foi que roubou e deixou roubar à la gandaia?!? E de que golpe me hablas, tchê peligroso y survesivo?

Golpe, cara, foi a Dilma Sapiens quem tentou dar, ao te oferecer a Casa Civil como rota de fuga da Vara de Sérgio Moro; golpe é o que a Dilma quer aplicar na força-tarefa da Lava Jato, nomeando um interventor como ministro da Justiça dela própria, a fim de destituir toda a equipe da Polícia Federal se sentir um cheiro de vazamento.

Golpe feio, pernicioso, profundo e maléfico foi a tua "estratégia de coalizão pela governabilidade" que, ao ser implantada em 2002 no teu primeiro governo, infiltrou na alma da política e do Estado brasileiro o regime de compra e venda de opositores transformando-os em aliados, tão quadrilheiros quanto os que roubaram e deixaram roubar esse país nesses últimos 13 anos.