O medo

TENHA MEDO DO QUE O GOVERNO PODE FAZER COM VOCÊ. NO BRASIL GOVERNAR É SATISFAZER NECESSIDADES FISIOLÓGICAS.

28 de mai de 2015

PARTIDOS, DOAÇÕES & PROPINAS
Os partidos são capitanias hereditárias da Politicalha, esse país de seres estranhos de má-conduta. As doações venham da coisa pública ou da privada, são a lavagem das propinas que antes de chegarem ao Caixa dos partidos ficam no bolso dos seus donatários.

À SOMBRA DOS HOLOFOTES
Os gangsteres envolvidos no escândalo do Petrolão e suas subsidiárias espalhadas em cada peça da máquina administrativa do Estado brasileiro acham que as prisões dos dirigentes da Fifa podem lhes proporcionar um pouco de sombra e água fresca. Acham que os holofotes da mídia vão desviar seus focos da Operação Lava-Jato para a ação dos Intocáveis americanos que estão enfiando bola na rede. Nada, no entanto, é tão bandido e canalha quanto a corrupção que faz a nova História do Brasil. A cadeia que a alta bandidagem vai amargar nas garras da Justiça americana vai vestir uma espécie de saia justa na aparelhada Justiça brasileira.

FIFA COLOCA A COISA
PÚBLICA NA PRIVADA

Não se deixem enganar. A corrupção e o crime organizado da Fifa só nos diz respeito, quando o bando de salafrários consegue misturar o futebol com o crime organizado dos governos de países em que a bola rola.

Essa bandalheira da Fifa só nos interessa por que invadiu os cofres públicos brasileiros. E o pior é que a gente sabia e, uma vez mais, nada se fez. Até ameaça de pontapé nos fundilhos, em nome da Copa dos 7 x 1, o nosso governo permitiu que o ministro do Esporte aguentasse de um reles secretário do Blatter, o Lula da Fifa.


A VIDA SEM CAIPIRINHA


Dilma Vana, lá no México: "A vida fica muito ruim sem caipirinha". E dito isto, meteu uma birita à moda brinde, apressando o papo com o presidente mexicano: - Afinal, a gente veio aqui pra beber ou pra conversar? O que se descobre desse memorável encontro na terra dos mariachis é que a criatura não aprendeu só comportamentos politicamente corretos com o seu criador.