
Você já considera natural que Paulo Bernardo, Gleisi Hoffmann, Orlando Tapioca, Ideli Salvatti, Pedro Novais, Ana de Hollanda, Fernando Hadad, Paulo Sérgio Passos, Carlos Lupi, genéricos e similares continuem como clones de Incitatus representando Dilma na herança lulática que se espalaha pela Esplanada dos Ministérios, maior lixeira a céu aberto na História do Brasil.
Você acha que está tudo bem até mesmo quando Zé Dirceu, um dos únicos deputados cassados na grande casa de tolerância nacional diz, de boca cheia, que pensa em ser candidato a presidente do Brasil quando deixar de ser réu no processo em que o Ministério Público Federal o chama de "chefe do crime organizado" que se instalou no governo brasileiro.
Você é aquele brasileiro que tem pavor de ser pobre e pensa que um dia ainda vai ficar rico assim como eles. Você é o homem de bem, classe média, massa de manobra, mão de obra intermediária que faz as vontades dos seus amos e senhores podres de rico.

Para essa emergente elite dominante dona da coisa pública, proprietária do Brasil, você é a ralé da sociedade que eles compraram com o seu suor.
Você representa o lhegalhé que não é descamisado nem pé-descalço; você usa gravata de camelô em colarinho poído, ou bolsa de grife pirata e perfume francês do Paraguai. Coisas assim que o livram da miséria absoluta sem que use bolsa-família. E você faz tudo que eles querem. Afinal, eles sempre nos parecem grandes... Quando estamos ajoelhados.