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O Conselho foi parido numa Cúpula Estadual de Comunicação, em 2008. Uma cópia do modelito recomendado por Franklin Martins, eterno vassalo de Lula, para todos o governadores coalizados.
Dentre outras aberrações vestidas de dourado, os cupulantes defenderam o “controle social da mídia” – codinome do esquema para amordaçar a liberdade da informação. Um golpe que só faz bem aos interesses dos grupos organizados que fingem representar a sociedade e apregoam que o poder público deve meter o nariz onde não é chamado.
O Conselho dá à pandilha o poder de fiscalizar a atividade de jornalistas e de empresas de comunicação, tanto públicas quanto privadas, além de avaliar denúncias de abusos de direitos humanos, no arguto entendimento da banda bandalha, que sejam cometidas pela mídia.
É a censura aí, gentem! Tais conselhos desejam apenas impor à imprensa limites incompatíveis com a democracia.
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O PT deu a partida contra a imprensa livre. Desse jeito os sevandijas petistas tentam acabar com a azia de Lula que, hoje se sabe, tinha outras razões mais sérias que lhe ardiam no peito e doíam na garganta.
O PT só não fala mesmo é na criação de um Conselho para tratar das denúncias da imprensa sobre o regime de máfias que faz da corrupção uma ordem de serviço nos já instituídos Núcleos de Domínio Social, infiltrados pela ardilosa e lulática "estratégia de coalizão" nos três poderes constituídos.
É bom até que nem pense. Estragaria a tão necessária idéia. É bom que o PT e suas circunstâncias se preocupe em amordaçar a liberdade de pensamento e expressão. Assim dá tempo para que a própria sociedade que ainda tem capacidade de indignar-se crie o Conselho Nacional Anticorrupção.