
A revolução de Mandela foi para criar uma vida nova; a revolução da qual Dilma diz ter sido coadjuvante, só serviu para manifestar a decomposição do regime que nos era imposto. Nada mais. O que deve estar levando o Cara a tirar essas conclusões históricas entre Mandela e Dilma só pode ser a estranha afinidade que durante sua trajetória o africano manteve com duas aberrações mundiais: Fidel Castro e Muar Khadaffi.
Mais que isso, só se pode concluir que a semelhança está sendo tirada do fracasso de Nelson Mandela no seu sonho de estabelecer o PAC da igualdade no seio do povo africano. Nesse tipo de obra, realmente a cara de um é o focinho da outra.