NADA A VER
Dizem que o mau-humor flagrante de Neymar com os paparazzi do mundo esportivo, desde que foi para a Espanha, tem tudo a ver com a operação das amígdalas. Sem as sinetas da garganta, o garoto-prodígio ficou assim meio desavisado para falar com a imprensa.
Lula também anda meio assim. Uma coisa é certa, o azedume de Lula com os repórteres desde que passou a frequentar os salões do SUS no hospital Sírio-Libanês, não tem nada a ver com as amígdalas de Neymar.
As amígdalas de Neymar já foram desalojadas do teto da sua laringe e tão nem aí para os nódulos das pregas da garganta de Lula. É tudo uma questão de foro íntimo.
Neymar, tem saudade dos tempos da molecagem no Santos; Lula tem saudade das diabruras e traquinices no Palácio do Planalto. Mas as amígdalas de um, não tem bulhufas com a laringe do outro.
O medo
TENHA MEDO DO QUE O GOVERNO PODE FAZER COM VOCÊ. NO BRASIL GOVERNAR É SATISFAZER NECESSIDADES FISIOLÓGICAS.
18 de ago. de 2013
17 de ago. de 2013
A Pandilha da Dívida Pública
Como é fim de semana vou perder meu tempo e o de vocês, entrando no espaço do jornalismo econômico, uma coisa que me dá terremotos de pavor - pra não dizer tremeliques e lhes dar a chance de me remeterem às raízes da minha pátria pequena que deixei no Sul.
Vou passar a conversa que me impingiram na mesa 5 do mezanino da Churrascaria Porcão, às bordas do Lago Paranoá, na minha acolhedora e tão remexida Brasília.
É, aparentemente, um papo sobre dívida interna e dívida externa. Só aparentemente, já que, na verdade, se trata da mais finória canalhice de uma pandilha que chegou ao governo e se apropriou do Brasil.
Não faça o que Lula, noutro dia, mandou você fazer - tirar os fundilhos da cadeira; fique aí mesmo e espere sentado que esse papo de mesa aqui do bar vá redundar em alguma coisa tipo cadeia para os larápios, inferno para os mentirosos e vida boa para os crédulos brasileiros de boa vontade.
Espere sentado, porque tudo dá sempre em nada nesse país que virou uma nau de insensatos sem rumo e que está fora de controle. Os timoneiros gostam tanto de navegar nessas águas turvas, nesse mar de lama que jogaram a bússola fora. Pra eles, tá tudo dominado.
Espere sentado, porque o papo é demorado.Então tá...
Dívida externa é aquela que o Brasil tinha - e já começa a ter de novo - com o FMI, com os bancos e instituições financeiras do exterior; dívida interna é a parte da dívida pública que representa o somatório dos débitos, resultantes de empréstimos e financiamentos contraídos pelo governo com entidades financeiras de nosso próprio país.
Lula subiu a rampa em 2002 carregando como herança de FHC uma dívida externa de R$ 212 bilhões e uma dívida interna de R$ 640 bilhões. As duas formavam uma dívida pública de R$ 852 bilhões.
De olho numa cadeira da ONU e à cata de votos para ser candidato a um prêmio Nobel qualquer, Lula disse então que pagou e não bufou a dívida externa. Num passe de magia ele zerou a nossa conta lá fora.
Ele disse e - pasmem! - era verdade. Mas não era a verdade verdadeira. A verdade por inteiro seria dizer: "Tirei o nosso da reta lá fora, mas engatei vocês até os gorgulhos aqui nessa terrinha que Deus, meu Pai adotivo, me deu".
É que para vestir um santo ele nos deixou pelados com a mão no bolso. Lula aumentou a dívida interna que, em 2007 olho do furacão mensaleiro, saltou para R$ 1 trilhão e 400 bilhões.
Três anos depois, dívida externa já fora dos trinques, Lula cometeu o milagre brasileiro de emplacar R$ 240 bilhões lá fora e fazer crescer a dívida interna para R$ 1 trilhão, 650 bilhões. Juntando o pouquinho de lá com o montão daqui, o rabo de foguete de R$ 1 trilhão, 890 bilhões foi parar no colo de sua preposta, a primeira-president@ Dilma Vana.
A herança bendita de Lula para Dilma Vana foi valorizada ao avesso em mais de R$ 1 trilhão. É por causa dessa gastança perdulária e bandida que anda sobrando grana para as edições do PAC, para o festival de bolsas - bolsa família, bolsa educação, bolsa pescador, bolsa presídio, bolsa isso e aquilo, a bolsa ou a vida e para as feiras de fraudes conhecidas por mensalão, mensalinho e outras formas de engôdos.
Dilma Vana não é daquelas mineiras que, no dia em que caírem de égua não montam mais em cavalo, por isso seguiu a trilha ensandecida de seu domador preferido; a gastança está sem freio.
Cara, se você acreditar nos dados da Secretaria do Tesouro Nacional, o encalacramento do governo no ano passado já atingiu com a dívida pública (externa + interna) a chicotada inédita de R$ 2 trilhões.
A mesma fidedigna fonte oficial estima que até o fim deste glorioso 2013 o descalabro incontrolável da gastança governamental pode chegar ao pódio com a marca olímpica de R$ 2 trilhões, 240 bilhões.
Assim é que - a conversa tá boa, mas os garçons já estão de pijama - mesmo tendo que pagar a carga de impostos mais cara do mundo, o brasileiro quando nasce já enfia o pé na vida devendo R$ 1 milhão.
Pronto, já pagamos a conta aqui da happy hour de hoje. Inclusive com os 10% de gorjeta. E antes de lhes dar tchau e benção, pego minha agenda e anoto para lhes falar na próxima rodada sobre o caos na saúde, educação, segurança, previdência, transporte...
Epa, transporte! Tô morrendo de medo que, daqui da garagem da churrascaria até em casa, me peguem num desses testes aleatórios de bafômetro. Mas nisso, o GPS até que me dá uma certa vantagem.
Pensando bem, vou pedir que me chamem um táxi. Deixo o carro aqui e amanhã venho buscá-lo. É um saco, mas não sou igual a essa pandilha de sevandijas. Ei, garcom... A saideira.
Vou passar a conversa que me impingiram na mesa 5 do mezanino da Churrascaria Porcão, às bordas do Lago Paranoá, na minha acolhedora e tão remexida Brasília.
É, aparentemente, um papo sobre dívida interna e dívida externa. Só aparentemente, já que, na verdade, se trata da mais finória canalhice de uma pandilha que chegou ao governo e se apropriou do Brasil.
Não faça o que Lula, noutro dia, mandou você fazer - tirar os fundilhos da cadeira; fique aí mesmo e espere sentado que esse papo de mesa aqui do bar vá redundar em alguma coisa tipo cadeia para os larápios, inferno para os mentirosos e vida boa para os crédulos brasileiros de boa vontade.
Espere sentado, porque tudo dá sempre em nada nesse país que virou uma nau de insensatos sem rumo e que está fora de controle. Os timoneiros gostam tanto de navegar nessas águas turvas, nesse mar de lama que jogaram a bússola fora. Pra eles, tá tudo dominado.
Espere sentado, porque o papo é demorado.Então tá...
Dívida externa é aquela que o Brasil tinha - e já começa a ter de novo - com o FMI, com os bancos e instituições financeiras do exterior; dívida interna é a parte da dívida pública que representa o somatório dos débitos, resultantes de empréstimos e financiamentos contraídos pelo governo com entidades financeiras de nosso próprio país.
Lula subiu a rampa em 2002 carregando como herança de FHC uma dívida externa de R$ 212 bilhões e uma dívida interna de R$ 640 bilhões. As duas formavam uma dívida pública de R$ 852 bilhões.
De olho numa cadeira da ONU e à cata de votos para ser candidato a um prêmio Nobel qualquer, Lula disse então que pagou e não bufou a dívida externa. Num passe de magia ele zerou a nossa conta lá fora.
Ele disse e - pasmem! - era verdade. Mas não era a verdade verdadeira. A verdade por inteiro seria dizer: "Tirei o nosso da reta lá fora, mas engatei vocês até os gorgulhos aqui nessa terrinha que Deus, meu Pai adotivo, me deu".
É que para vestir um santo ele nos deixou pelados com a mão no bolso. Lula aumentou a dívida interna que, em 2007 olho do furacão mensaleiro, saltou para R$ 1 trilhão e 400 bilhões.
Três anos depois, dívida externa já fora dos trinques, Lula cometeu o milagre brasileiro de emplacar R$ 240 bilhões lá fora e fazer crescer a dívida interna para R$ 1 trilhão, 650 bilhões. Juntando o pouquinho de lá com o montão daqui, o rabo de foguete de R$ 1 trilhão, 890 bilhões foi parar no colo de sua preposta, a primeira-president@ Dilma Vana.
A herança bendita de Lula para Dilma Vana foi valorizada ao avesso em mais de R$ 1 trilhão. É por causa dessa gastança perdulária e bandida que anda sobrando grana para as edições do PAC, para o festival de bolsas - bolsa família, bolsa educação, bolsa pescador, bolsa presídio, bolsa isso e aquilo, a bolsa ou a vida e para as feiras de fraudes conhecidas por mensalão, mensalinho e outras formas de engôdos.
Dilma Vana não é daquelas mineiras que, no dia em que caírem de égua não montam mais em cavalo, por isso seguiu a trilha ensandecida de seu domador preferido; a gastança está sem freio.
Cara, se você acreditar nos dados da Secretaria do Tesouro Nacional, o encalacramento do governo no ano passado já atingiu com a dívida pública (externa + interna) a chicotada inédita de R$ 2 trilhões.
A mesma fidedigna fonte oficial estima que até o fim deste glorioso 2013 o descalabro incontrolável da gastança governamental pode chegar ao pódio com a marca olímpica de R$ 2 trilhões, 240 bilhões.
Assim é que - a conversa tá boa, mas os garçons já estão de pijama - mesmo tendo que pagar a carga de impostos mais cara do mundo, o brasileiro quando nasce já enfia o pé na vida devendo R$ 1 milhão.
Pronto, já pagamos a conta aqui da happy hour de hoje. Inclusive com os 10% de gorjeta. E antes de lhes dar tchau e benção, pego minha agenda e anoto para lhes falar na próxima rodada sobre o caos na saúde, educação, segurança, previdência, transporte...
Epa, transporte! Tô morrendo de medo que, daqui da garagem da churrascaria até em casa, me peguem num desses testes aleatórios de bafômetro. Mas nisso, o GPS até que me dá uma certa vantagem.
Pensando bem, vou pedir que me chamem um táxi. Deixo o carro aqui e amanhã venho buscá-lo. É um saco, mas não sou igual a essa pandilha de sevandijas. Ei, garcom... A saideira.
LEWIANDADE
Lewandowscki pode até ficar chateado porque foi chamado de chicaneiro pelo destemperado presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa. Pode, claro. Como qualquer um de nós que não seja mensaleiro, nem malfeitor ligado ao mensalão, pode ficar chateado com Lewandowscki. Afinal ele pensa que a gente não vê que ele está mesmo abusando de recursos e formalidades jurídicas para empurrar o julgamento com a barriga. Ele pensa que a gente não vê que ele está usando de cavilação, de sofisma, de ardil e sofismando. Se isso não é chicana, então é só trica e futrica; tramóia para procrastinar a sentença dos quadrilheiros de Zé Dirceu. Na melhor das hipóteses é uma lewiandade. Todo aquele que se deixe lewandowsckizar não precisa de advogado do diabo pra sair ileso, imune e impune do STF. Com Lewandowscki no tribunal o julgamento está julgando o próprio Supremo. A maior corte de justiça do País está sentada na cadeira dos réus.
PODEROSOS E PERIGOSOS
Agora virou moda fazer relação de mais "poderosos". Zé Dirceu é um deles. Lula é outro. Dilma é mais uma. Preste muita atenção nessa lista. São os mais perigosos do Brasil. Agora vem os advogados desse Brasil da Silva cobrar "postura" de Joaquim Barbosa no Tribunal. Bolas, começa que "postura" é de galinha; termina que assim a gente fica sabendo que os advogados dos mensaleiros são aprendizes de poderosos, loucos para botar ovo. Cuidado com eles, já são perigosos.
CADÊ VOCÊ?!?
Ei Rose, cadê você? Melhor, melhor... Ei Polícia Federal cadê você que não sabe onde Rose se meteu Melhor ainda... Ei, Intocáveis republicanos, onde vocês meteram as fitas com o grampo dos 123 telefonemas entre Lula e Rose? Podem jogar fora, isso é o de menos. O que importa mesmo é a roubalheira que a Operação Porto Seguro descobriu lá no chatô paulistano da Presidência da República,em São Paulo. Cadê as provas, cadê?!? Então tá, faz de conta que ninguém viu nada, ninguém fez nada..
Lewandowscki pode até ficar chateado porque foi chamado de chicaneiro pelo destemperado presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa. Pode, claro. Como qualquer um de nós que não seja mensaleiro, nem malfeitor ligado ao mensalão, pode ficar chateado com Lewandowscki. Afinal ele pensa que a gente não vê que ele está mesmo abusando de recursos e formalidades jurídicas para empurrar o julgamento com a barriga. Ele pensa que a gente não vê que ele está usando de cavilação, de sofisma, de ardil e sofismando. Se isso não é chicana, então é só trica e futrica; tramóia para procrastinar a sentença dos quadrilheiros de Zé Dirceu. Na melhor das hipóteses é uma lewiandade. Todo aquele que se deixe lewandowsckizar não precisa de advogado do diabo pra sair ileso, imune e impune do STF. Com Lewandowscki no tribunal o julgamento está julgando o próprio Supremo. A maior corte de justiça do País está sentada na cadeira dos réus.
PODEROSOS E PERIGOSOS
Agora virou moda fazer relação de mais "poderosos". Zé Dirceu é um deles. Lula é outro. Dilma é mais uma. Preste muita atenção nessa lista. São os mais perigosos do Brasil. Agora vem os advogados desse Brasil da Silva cobrar "postura" de Joaquim Barbosa no Tribunal. Bolas, começa que "postura" é de galinha; termina que assim a gente fica sabendo que os advogados dos mensaleiros são aprendizes de poderosos, loucos para botar ovo. Cuidado com eles, já são perigosos.
CADÊ VOCÊ?!?
Ei Rose, cadê você? Melhor, melhor... Ei Polícia Federal cadê você que não sabe onde Rose se meteu Melhor ainda... Ei, Intocáveis republicanos, onde vocês meteram as fitas com o grampo dos 123 telefonemas entre Lula e Rose? Podem jogar fora, isso é o de menos. O que importa mesmo é a roubalheira que a Operação Porto Seguro descobriu lá no chatô paulistano da Presidência da República,em São Paulo. Cadê as provas, cadê?!? Então tá, faz de conta que ninguém viu nada, ninguém fez nada..
Grande Mídia... Grande coisa!
Grande coisa a grande mídia. O Brasil está passando diante dos seus olhos e ela só vê o que os seus patrões e os patrocinadores de suas pautas querem que ela veja.
O Brasil está mudando com as mobilizações indignadas e bem-comportadas, mas o que merece chamada de capa nos jornais e manchetes no horário nobre das TVs são os protestos irados, mal-intencionados de grupos mascarados e violentos, a soldo e comando dos verdadeiros depredadores do patrimônio público, portadores de mandatos republicanos, fantasiados de gravata e colarinho branco.
Na quarta-feira, dia 14, cerca de 6 mil manifestantes ligados às instituições que defendem a causa das pessoas deficientes e que fazem por elas o que governo algum brasileiro fez até hoje, ocuparam a Esplanada dos Ministérios para impedir a votação da Meta-4 do PNE, Plano Nacional de Educação.
A manifestação, tão pacífica e ordeira quanto firme e fortalecida pela razão e pela verdade, não atrapalhou o trânsito, não injuriou pessoas nem organismos públicos, não depredou coisa alguma e, mais do que protestar, reivindicou direitos e justiça.
Pois a grande mídia, escrava de suas linhas editoriais, fez cara de paisagem. Grande mídia. Grande coisa! As instituições como Pestalozzi, Apae e organizações especializadas em Educação Especial, não precisaram de manchetes, de horários nobres, sequer de atenção da grande mídia.
Naquela quarta-feira de sol inclemente, quase meio-dia, um grupo de 40 representantes da luta pelos deficientes - eles formam uma nação de 46 milhões de brasileiros - foi recebido e ouvido sob os ares condicionados do confortável Congresso Nacional, a grande Casa do Povo.
Resultado: a votação foi adiada e a Meta 4 do PNE voltará à discussão no Senado com outro texto, mais humano, mais sensato, menos popularesco e muito mais cidadão.
Voltará sem o ranço do inclusivismo populista que meia dúzia de cabeças notáveis do MEC urdiram para mascarar a realidade.
Pelo que não nos conseguiram enfiar goela abaixo, os inclusivistas radicais - ao obrigarem por lei a matrícula dos deficientes em escolas da rede regular de ensino - acabariam com a exclusão social no Brasil.
Coisa parecida com a farsa do fim da miséria pela farta e pródiga distribuição de bolsas famiglia a cerca de 14 milhões de miseráveis brasileiros que hoje já nem precisam e nem querem mais saber de emprego e trabalho, já que logo serão tidos como integrantes da abstrata classe média.
A educação especial venceu o inclusivismo excludente. E mostrou que a manifestação de rua, indignada e ordeira, reivindicatória e verdadeira é o caminho que leva às mudanças e transformações sociais que o Brasil precisa.
Essa vitória passou pela grande mídia que não se deu conta disso. Não houve quebra-quebra, não houve violência, nenhuma depredação, nem estardalhaço. Então, a grande mídia não viu; comeu barriga. Grande mídia. Grande coisa! Chora de barriga cheia.
O Brasil está mudando com as mobilizações indignadas e bem-comportadas, mas o que merece chamada de capa nos jornais e manchetes no horário nobre das TVs são os protestos irados, mal-intencionados de grupos mascarados e violentos, a soldo e comando dos verdadeiros depredadores do patrimônio público, portadores de mandatos republicanos, fantasiados de gravata e colarinho branco.
Na quarta-feira, dia 14, cerca de 6 mil manifestantes ligados às instituições que defendem a causa das pessoas deficientes e que fazem por elas o que governo algum brasileiro fez até hoje, ocuparam a Esplanada dos Ministérios para impedir a votação da Meta-4 do PNE, Plano Nacional de Educação.
A manifestação, tão pacífica e ordeira quanto firme e fortalecida pela razão e pela verdade, não atrapalhou o trânsito, não injuriou pessoas nem organismos públicos, não depredou coisa alguma e, mais do que protestar, reivindicou direitos e justiça.
Pois a grande mídia, escrava de suas linhas editoriais, fez cara de paisagem. Grande mídia. Grande coisa! As instituições como Pestalozzi, Apae e organizações especializadas em Educação Especial, não precisaram de manchetes, de horários nobres, sequer de atenção da grande mídia.
Naquela quarta-feira de sol inclemente, quase meio-dia, um grupo de 40 representantes da luta pelos deficientes - eles formam uma nação de 46 milhões de brasileiros - foi recebido e ouvido sob os ares condicionados do confortável Congresso Nacional, a grande Casa do Povo.
Resultado: a votação foi adiada e a Meta 4 do PNE voltará à discussão no Senado com outro texto, mais humano, mais sensato, menos popularesco e muito mais cidadão.
Voltará sem o ranço do inclusivismo populista que meia dúzia de cabeças notáveis do MEC urdiram para mascarar a realidade.
Pelo que não nos conseguiram enfiar goela abaixo, os inclusivistas radicais - ao obrigarem por lei a matrícula dos deficientes em escolas da rede regular de ensino - acabariam com a exclusão social no Brasil.
Coisa parecida com a farsa do fim da miséria pela farta e pródiga distribuição de bolsas famiglia a cerca de 14 milhões de miseráveis brasileiros que hoje já nem precisam e nem querem mais saber de emprego e trabalho, já que logo serão tidos como integrantes da abstrata classe média.
A educação especial venceu o inclusivismo excludente. E mostrou que a manifestação de rua, indignada e ordeira, reivindicatória e verdadeira é o caminho que leva às mudanças e transformações sociais que o Brasil precisa.
Essa vitória passou pela grande mídia que não se deu conta disso. Não houve quebra-quebra, não houve violência, nenhuma depredação, nem estardalhaço. Então, a grande mídia não viu; comeu barriga. Grande mídia. Grande coisa! Chora de barriga cheia.
16 de ago. de 2013
SIN EMBARGO...
Embargos declaratórios e infringentes são coisas assim tão chicaneiras quanto aquelas fugas semanais de presídios de alta segurança. Joaquim Barbosa vociferou chicana, e a gente logo pensu que a Justiça é mesmo cega e não consegue enxergar a fuga que está sendo engendrada por Zé Dirceu e seus quadrilheiros. É tanto ardil e tanto abuso de recursos e formalidades jurídicas que os meliantes vão empreender fuga antes mesmo de passar uma noite sequer encarcerados, deitados numa desconfortável cama de pau duro. Sin embargo y por todos los medios, estos bribones tienen las espaldas amplias...
CARA DE UM...
Que coisa esse escândalo da tucanagem em São Paulo, né não? Na pior das hipóteses, a falcatrua serviu para juntar Alckmin e Lula. Até que enfim, a cara de um é o focinho do outro; até que enfim, eles têm a mesma posição em cima de um mesmo assunto: não sabiam de nada, não viram nada, não fizeram nada.
QUIZ
Diga aí, quem são os mais chatos: os entendidos em rótulos de vinho, ou os que sabem tudo de cerveja?
TREM BALAÇO
Com que caradurismo esse governo masoquista de Dilma aguenta calado a imprensa maldosa informar que, mesmo desistindo do fantasmagórico trem-bala, o Brasil vai morrer na praia com R$ 1 bilhão... Ah, sim quanto ao contingente de 14 milhões de dependentes do bolsa-famiglia, esses devem comer brioches.
Embargos declaratórios e infringentes são coisas assim tão chicaneiras quanto aquelas fugas semanais de presídios de alta segurança. Joaquim Barbosa vociferou chicana, e a gente logo pensu que a Justiça é mesmo cega e não consegue enxergar a fuga que está sendo engendrada por Zé Dirceu e seus quadrilheiros. É tanto ardil e tanto abuso de recursos e formalidades jurídicas que os meliantes vão empreender fuga antes mesmo de passar uma noite sequer encarcerados, deitados numa desconfortável cama de pau duro. Sin embargo y por todos los medios, estos bribones tienen las espaldas amplias...
CARA DE UM...
Que coisa esse escândalo da tucanagem em São Paulo, né não? Na pior das hipóteses, a falcatrua serviu para juntar Alckmin e Lula. Até que enfim, a cara de um é o focinho do outro; até que enfim, eles têm a mesma posição em cima de um mesmo assunto: não sabiam de nada, não viram nada, não fizeram nada.
QUIZ
Diga aí, quem são os mais chatos: os entendidos em rótulos de vinho, ou os que sabem tudo de cerveja?
TREM BALAÇO
Com que caradurismo esse governo masoquista de Dilma aguenta calado a imprensa maldosa informar que, mesmo desistindo do fantasmagórico trem-bala, o Brasil vai morrer na praia com R$ 1 bilhão... Ah, sim quanto ao contingente de 14 milhões de dependentes do bolsa-famiglia, esses devem comer brioches.
15 de ago. de 2013
Sem capacete a 20 km/h
Não há como o trânsito central de uma cidade conviver com motos e bicicletas. O brasileiro dirige de um jeito, desde que o os carros, ônibus e caminhões foram inventados, que desconhece o espaço de quem anda sobre duas rodas.
Criar ciclovias e corredores de ônibus é vender mais que uma perigosa alternativa, uma criminosa ilusão. Motos e bikes não nasceram para se criar em meio aos bólidos repletos de cavalos de força e aos mastodontes de ferro e aço que infestam as ruas e avenidas desse Brasil em que o governo vem deixando todo mundo a pé.
Motos e bikes não nasceram para que seus destemidos condutores morram nas ruas, a céu aberto e inferno escancarado.Nada menos de 23 pessoas morrem por dia em acidentes de moto nesse país. Só no ano passado, 3 mil e 200 ciclistas foram internados em hospitais dessa terra desgovernada.
Pensar que um dia o Brasil vai ser uma China em matéria de ciclistas urbanos é uma tremenda e desorientada aventura. Dejetar regras de segurança para motociclistas e motoqueiros é ejetar mais sujeira no que já é porcaria.
Se não há como proibir o tráfego de carros, ônibus e caminhões, então a carga de responsabilidade vai toda para quem tem audácia bastante para entrar de carona nessa guerra cotidiana do trânsito feroz e sem quartel.
Se há quem tenha cara e coragem para ir à luta então que o faça desarmado de seu capacete, verdadeira máscara que, no fundo, no fundo, só protege a identidade de seu dono.
Sem capacete, os motociclistas, motoqueiros, motoboys, mototaxistas, motobandoleiros, motogangsters, além de mostrar a cara teriam a coragem de não andar a mais do que a 20 km por hora, velocidade bastante para proteger-lhes a vida e garantir a segurança de quem se se anima a dirigir à beira desse abismo em que se transformaram as ruas das cidades brasileiras.
A 20 km por hora - em homenagem ao falecido capacete - mesmo trafegando pelo atraente "corredor da morte" é muito difícil alguém sofrer traumatismo craniano e lesões cerebrais irreversíveis.
A 20 km por hora e com a cara exposta aos quatro ventos é muito pouco provável que um desses ases do guidom tenha coragem de assaltar alguém.
RODAPÉ - O governo trata essa coisa dos veículos de duas rodas nos burburinhos centrais das cidades brasileiras, como trata o cigarro: sabe que mata, mas paga imposto.
Criar ciclovias e corredores de ônibus é vender mais que uma perigosa alternativa, uma criminosa ilusão. Motos e bikes não nasceram para se criar em meio aos bólidos repletos de cavalos de força e aos mastodontes de ferro e aço que infestam as ruas e avenidas desse Brasil em que o governo vem deixando todo mundo a pé.
Motos e bikes não nasceram para que seus destemidos condutores morram nas ruas, a céu aberto e inferno escancarado.Nada menos de 23 pessoas morrem por dia em acidentes de moto nesse país. Só no ano passado, 3 mil e 200 ciclistas foram internados em hospitais dessa terra desgovernada.
Pensar que um dia o Brasil vai ser uma China em matéria de ciclistas urbanos é uma tremenda e desorientada aventura. Dejetar regras de segurança para motociclistas e motoqueiros é ejetar mais sujeira no que já é porcaria.
Se não há como proibir o tráfego de carros, ônibus e caminhões, então a carga de responsabilidade vai toda para quem tem audácia bastante para entrar de carona nessa guerra cotidiana do trânsito feroz e sem quartel.
Se há quem tenha cara e coragem para ir à luta então que o faça desarmado de seu capacete, verdadeira máscara que, no fundo, no fundo, só protege a identidade de seu dono.
Sem capacete, os motociclistas, motoqueiros, motoboys, mototaxistas, motobandoleiros, motogangsters, além de mostrar a cara teriam a coragem de não andar a mais do que a 20 km por hora, velocidade bastante para proteger-lhes a vida e garantir a segurança de quem se se anima a dirigir à beira desse abismo em que se transformaram as ruas das cidades brasileiras.
A 20 km por hora - em homenagem ao falecido capacete - mesmo trafegando pelo atraente "corredor da morte" é muito difícil alguém sofrer traumatismo craniano e lesões cerebrais irreversíveis.
A 20 km por hora e com a cara exposta aos quatro ventos é muito pouco provável que um desses ases do guidom tenha coragem de assaltar alguém.
RODAPÉ - O governo trata essa coisa dos veículos de duas rodas nos burburinhos centrais das cidades brasileiras, como trata o cigarro: sabe que mata, mas paga imposto.
MODALIDADE PARAGUALÍMPICA
Dilma foi à posse de Horácio Cartes, presidente do Paraguai. mesmo sabendo que ele só aceita voltar ao Mercosul se a Venezuela se colocar no devido lugar. Dilma manteve a pose: "Eu acredito que a posse do presidente Horácio vai dar um salto qualitativo nas nossas relações". Como assim, isso lá é Kama Sutra? "Salto qualitativo"... Será que a president@ pensa que se trata de uma modalidade esportiva? Nesse caso seria uma modalidade paragualímpica. Só cego não vê que Horácio tá pulando e andando pro Mercosul.
Dilma foi à posse de Horácio Cartes, presidente do Paraguai. mesmo sabendo que ele só aceita voltar ao Mercosul se a Venezuela se colocar no devido lugar. Dilma manteve a pose: "Eu acredito que a posse do presidente Horácio vai dar um salto qualitativo nas nossas relações". Como assim, isso lá é Kama Sutra? "Salto qualitativo"... Será que a president@ pensa que se trata de uma modalidade esportiva? Nesse caso seria uma modalidade paragualímpica. Só cego não vê que Horácio tá pulando e andando pro Mercosul.
DESCONFIE
Os governos que temos padecido estabeleceram como regra de justiça social e salvaguarda de suas malfeitorias, o conceito geral e predominante de que toda a suspeita recaia sempre sobre aqueles que denunciam os malfeitores da máquina pública.
SIMULACRO
Essa Meta 4 do Plano Nacional de Educação é mais um engodo. É o desejo de meia dúzia de talentos especiais querendo justificar sua presença no MEC, agindo para agradar ao governo que, por sua vez, com o que chama de "inclusão" dos deficientes na rede regular de ensino, simula um Brasil eficiente. Há quem seja tão dissimulado que acredita em tudo quanto finge o tempo todo. O ruim quando se finge de bom é péssimo.
PERIGO!
Cuide-se! Mantenha-se sempre à distância dos poderosos. Fundamentalmente, quando qualquer um deles consegue prometer coisas boas.
14 de ago. de 2013
NA SUÍÇA: CBF 1 x 0 CBF
Perdi 90 minutos de vida aturando na frente da TV a seleção do Felipão contra um conjunto da Suíça. Não vou perder o nosso tempo escrevendo sobre um time que troca Luiz Gustavo e Fernando por Ronaldinho Gaúcho e Kaká.
A equipe suíça é tão ruim que o selecionado da cartolagem teve que fazer um golaço de cabeça para derrotar a própria CBF. Resumo dessa epopeia pastelão: um jogo por rapadura, a Suiça de defesa aberta e a CBF de pata dura. O Felipão jogou com a Suíça para não gastar a pizza.
Perdi 90 minutos de vida aturando na frente da TV a seleção do Felipão contra um conjunto da Suíça. Não vou perder o nosso tempo escrevendo sobre um time que troca Luiz Gustavo e Fernando por Ronaldinho Gaúcho e Kaká.
A equipe suíça é tão ruim que o selecionado da cartolagem teve que fazer um golaço de cabeça para derrotar a própria CBF. Resumo dessa epopeia pastelão: um jogo por rapadura, a Suiça de defesa aberta e a CBF de pata dura. O Felipão jogou com a Suíça para não gastar a pizza.
ENFIM, UM BOM CHUTE
Logo, o chopinho é por minha conta...
Nesta manhã de quarta-feira, em Brasília, a mobilização contra a PEC que acaba com as instituições que cuidam das pessoas com deficiência foi ótima; bem-comportada.
Não foi um protesto; foi a reivindicação de um direito que está sendo surrupiado por meia dúzia de terceirizados, portadores de carteirinha de aliados, que se instalaram no MEC e querem mostrar serviço.
A ideia deles é mostrar ao mundo que não há um só dos 46 milhões de deficientes brasileiros sem atendimento e nem fora da escola nesse Brasil da Silva.
É o cínico e maléfico repeteco do que fizeram com a miséria, dizimada desse solo fértil e gentil pelo miraculoso bolsa-família...
Nesta manhã de quarta-feira eu estava lá com o Celão, meu filho manifestante de bandeirola e tudo.
E eis que de repente surgiram quatro ou cinco caras de pau, vestidos de ternos escuros, de colarinho branco, gravata e fotógrafo à tiracolo para gravar para a posteridade a sua participação junto às faixas e cartazes da voz das ruas.
Tinha um sem noção - acredite, se puder - portando uma sacola com produtos da cesta básica. Não se animou a sacar primeiro; sentiu que seria detonado na hora.
Quando um deles se aproximou do grupo em que eu estava, fui me retirando de imediato, não sem antes lhe perguntar: - De gravata aqui?!? O que você está fazendo aqui neste solaço, de gravata pendurada nesse colarinho branco?!? Fingiu que não escutou, mas se escafedeu dali.
Fiquei debaixo daquele sol a pino gozando a sensação de que, até que enfim, eu acertei um pontapé nos fundilhos de um mequetrefe engravatado.
Acho até que logo mais vou pedir para entrar no time do meu neto na peladinha que eles batem toda santa quarta-feira à noite como prelúdio de uma boa e consentida happy hour. Hoje o chopinho é por minha conta.
Vou bater uma bolinha, só para brindar um dos melhores chutes que já dei na minha vida de velhote tão aposentado quanto indignado. E toda vez que um traseiro daquele tipo se apresentar na minha frente, eu vou chutar. Peguei gosto, ora bolas!
A FONTE DE ILUSÕES
Agora, o governo brasileiro e seu setor de inteligência(?) desconfiam que os Estados Unidos espionaram a Petrobras e as notícias sempre alvissareiras do pré-sal. Dilma Vana ficou tiririca da vida e botou os cachorros no embaixador norte-americano em Brasília.
Ele fez cara de paisagem e negou a espionagem. Imagine!... Americanos fazendo espionagem!?! No máximo, eles fazem "monitoramento". Um abuso. Nada mais corriqueiro que isso em se tratando do País de Marlboro.
Em todo caso, os EUA fizeram com o pré-sal o que cada brasileiro já deveria ter feito há muito tempo. O brasileiro já deveria estar sabendo muito mais sobre essa fonte de ilusões que Lula sempre alardeava quando surgia um novo escândalo no tempo em que era presidente constitucional do Brasil e não o governante submerso de hoje.
OSTRACISMO CALCULADO
De repente, Eduardo Campos sumiu do mapa das notícias sobre as eleições de 2014. O baixo desempenho nas pesquisas "científicas" pode ter estimulado sua retirada estratégica ao ostracismo, o mais provável, no entanto, é que tenha retomado o velho projeto de ser vice de Lula em 2014. Nesse caso, para não dar nos dedos de Michel Temer, seria oferecido ao atual vice de Dilma uma líquida e certa candidatura ao Senado, ou ao cobiçado reino da Dinamarca brasileira, o governo de São Paulo. Todos os caminhos levam a Lula no lugar de Dilma.
QUANDO?
E quando as áreas da inteligência(?) brasileira vão abrir a caixa-preta do BNDES?
TERCEIRIZAÇÃO
O Congresso discute o golpe do projeto que pretende regulamentar a terceirização de mão de obra no serviço público. Salva-se a terceirização e morre o concurso público. Terceirizar dá mais lucro e dá mais voto. Uma empresa com dois, três mil empregados "ganha" uma licitação qualquer para qualquer ministério. A moeda de troca é simples: por baixo dos panos, pelo menos 80% das vagas serão preenchidas por indicação do organismo público contratante. Por acaso, esses trabalhadores sem qualificação funcional que tomam os lugares dos servidores de carreira, são portadores da carteirinha do partido. O currículo de cabo eleitoral vale mais que qualquer diploma. Esta é outra caixa-preta que precisa ser aberta no Brasil.
Agora, o governo brasileiro e seu setor de inteligência(?) desconfiam que os Estados Unidos espionaram a Petrobras e as notícias sempre alvissareiras do pré-sal. Dilma Vana ficou tiririca da vida e botou os cachorros no embaixador norte-americano em Brasília.
Ele fez cara de paisagem e negou a espionagem. Imagine!... Americanos fazendo espionagem!?! No máximo, eles fazem "monitoramento". Um abuso. Nada mais corriqueiro que isso em se tratando do País de Marlboro.
Em todo caso, os EUA fizeram com o pré-sal o que cada brasileiro já deveria ter feito há muito tempo. O brasileiro já deveria estar sabendo muito mais sobre essa fonte de ilusões que Lula sempre alardeava quando surgia um novo escândalo no tempo em que era presidente constitucional do Brasil e não o governante submerso de hoje.
OSTRACISMO CALCULADO
De repente, Eduardo Campos sumiu do mapa das notícias sobre as eleições de 2014. O baixo desempenho nas pesquisas "científicas" pode ter estimulado sua retirada estratégica ao ostracismo, o mais provável, no entanto, é que tenha retomado o velho projeto de ser vice de Lula em 2014. Nesse caso, para não dar nos dedos de Michel Temer, seria oferecido ao atual vice de Dilma uma líquida e certa candidatura ao Senado, ou ao cobiçado reino da Dinamarca brasileira, o governo de São Paulo. Todos os caminhos levam a Lula no lugar de Dilma.
QUANDO?
E quando as áreas da inteligência(?) brasileira vão abrir a caixa-preta do BNDES?
TERCEIRIZAÇÃO
O Congresso discute o golpe do projeto que pretende regulamentar a terceirização de mão de obra no serviço público. Salva-se a terceirização e morre o concurso público. Terceirizar dá mais lucro e dá mais voto. Uma empresa com dois, três mil empregados "ganha" uma licitação qualquer para qualquer ministério. A moeda de troca é simples: por baixo dos panos, pelo menos 80% das vagas serão preenchidas por indicação do organismo público contratante. Por acaso, esses trabalhadores sem qualificação funcional que tomam os lugares dos servidores de carreira, são portadores da carteirinha do partido. O currículo de cabo eleitoral vale mais que qualquer diploma. Esta é outra caixa-preta que precisa ser aberta no Brasil.
13 de ago. de 2013
PRIORIDADE
Gleisi Hoffmann, dona da Casa Civil da Dilma: "O governo não desistiu do trem-bala". Isso mostra apenas o que é prioridade para esse governo.
QUE ADVERSÁRIOS?
Inaugurando a pedra fundamental da expansão de um laboratório, em São Paulo, Dilma Vana foi peremptória e cheia de si: "Preocupação com eleição é para os adversários". Tá bom, mas que adversários?... Os complacentes da oposição inerte e flácida, ou os membros duros do PT e da rebelde base aliada?!?
GOVERNO DEFICIENTES
Então, meus prezados homens de boa vontade, amnhã tem protesto contra o extermínio das escolas especiais que, desde que o Brasil foi descoberto por Pedro Cabral vêm fazendo pelos deficientes o que os governos não fizeram e não fazem. E sabe lá você, o que é mesmo que nos causa tanta indignação? Nada, não; só que o novo golpe previsto no PNE propõe o fim do ensino especial em 2016. Essa PEC absurda, hipócrita, maléfica e desrespeitosa, impede que os pais escolham onde matricular seus filhos deficientes. O governo está, na verdade, à cata de um bom slogan que traduza o que é "inclusão social". Pensa que coisa que pode ser resolvida como o bolsa família resolveu a miséria e o Minha Casa, Minha Vida acabou com o problema habitacional no Brasil.
Gleisi Hoffmann, dona da Casa Civil da Dilma: "O governo não desistiu do trem-bala". Isso mostra apenas o que é prioridade para esse governo.
QUE ADVERSÁRIOS?
Inaugurando a pedra fundamental da expansão de um laboratório, em São Paulo, Dilma Vana foi peremptória e cheia de si: "Preocupação com eleição é para os adversários". Tá bom, mas que adversários?... Os complacentes da oposição inerte e flácida, ou os membros duros do PT e da rebelde base aliada?!?
GOVERNO DEFICIENTES
Então, meus prezados homens de boa vontade, amnhã tem protesto contra o extermínio das escolas especiais que, desde que o Brasil foi descoberto por Pedro Cabral vêm fazendo pelos deficientes o que os governos não fizeram e não fazem. E sabe lá você, o que é mesmo que nos causa tanta indignação? Nada, não; só que o novo golpe previsto no PNE propõe o fim do ensino especial em 2016. Essa PEC absurda, hipócrita, maléfica e desrespeitosa, impede que os pais escolham onde matricular seus filhos deficientes. O governo está, na verdade, à cata de um bom slogan que traduza o que é "inclusão social". Pensa que coisa que pode ser resolvida como o bolsa família resolveu a miséria e o Minha Casa, Minha Vida acabou com o problema habitacional no Brasil.
HISTÓRIA É CULTURA
Nunca antes na história desse país, um presidente da República deixou o Palácio do Governo e voltou para casa levando bens pessoais transportados por uma frota de 11 caminhões de mudança. Essa foi, sem dúvida, a grande mudança ocorrida no Brasil nos últimos 50 anos.
TREM-BALA PERDIDA
O trem-bala, de implantação avaliada em R$ 38 bilhões iniciais é tricampeão na modalidade de levantamento de licitação. Um atraso para o país, já que seu percurso ligaria o Riode Janeiro a Campinas, passando em alta velocidade pela cidade de São Paulo, por acaso, capital de todos os paulistas. Não se sabe até agora que outras porioridades nacionais teriam motivado mais este cancelamento de uma licitação tão séria. Nada mais urgente que um trem-bala para esse Brasil da Silva.
VAI À ... PRA CASA PADILHA!
Mais uma do Alexandre Padilha: quer saber como vai a saúde no Brasil e então promoveu o IBGE como agente sanitário para recolher amostras de sangue e de urina em cada família brasileira. Desde já, eu me recuso. Basta-me ver uma gota de sangue para minha visão do mundo ficar nauseabunda; e se eu não estiver no vaso sanitário na hora da visita, ninguém vai me obrigar a fazer xixi fora de hora. Vai ser mais fácil que eu mande os caras do IBGE às titicas, num claro desvio de sua função, do que simplesmente gritar "volta pra casa, Padilha!".
SUGESTÃO PARA KIRCHNER
Cristina Kirchner, na sua melhor versão Dilma Vana, vicferou ontem para os argh!entinos que "ao invés de denunciar, o melhor é apresentar soluções". Pronto, recebeu hoje a primeira sugestão por escrito: "Convoque todos os corruptos, junte-se a eles e entre com o bando numa cela de segurança máxima. Feche a porta da cadeia e dê a chave ao carcereiro para que ele a jogue fora". Jogue fora, bem entendido, a chave e não a Cristina Kirchner.
INCIDENTE DIPLOMÁTICO
Há quem diga que o principal motivo para o terceiro adiamento da licitação para o trem-bala brasileiro foi influenciada pela tradicional aversão espanhola pelas coisas do Brasil. Aquele acidente de trem a 180 km por hora, numa curva, lá na Espanha tem tudo para ser encarado como um plano maquiavélico contra a implantação do trem da alegria do governo Dilma. Mais um claro incidente diplomático com a Espanha para um Patriota resolver.
TREM BÃO
Cá pra nós, um governo que não consegue fazer a transposição do São Francisco, não tem a menor condição de fazer funcionar um trem-bala que, só pra começar, custa R$ 38 bilhões. Isso só pode ser coisa dessa disputa de beleza entre a Avenida Paulista e Copacabana.
Nunca antes na história desse país, um presidente da República deixou o Palácio do Governo e voltou para casa levando bens pessoais transportados por uma frota de 11 caminhões de mudança. Essa foi, sem dúvida, a grande mudança ocorrida no Brasil nos últimos 50 anos.
TREM-BALA PERDIDA
O trem-bala, de implantação avaliada em R$ 38 bilhões iniciais é tricampeão na modalidade de levantamento de licitação. Um atraso para o país, já que seu percurso ligaria o Riode Janeiro a Campinas, passando em alta velocidade pela cidade de São Paulo, por acaso, capital de todos os paulistas. Não se sabe até agora que outras porioridades nacionais teriam motivado mais este cancelamento de uma licitação tão séria. Nada mais urgente que um trem-bala para esse Brasil da Silva.
VAI À ... PRA CASA PADILHA!
Mais uma do Alexandre Padilha: quer saber como vai a saúde no Brasil e então promoveu o IBGE como agente sanitário para recolher amostras de sangue e de urina em cada família brasileira. Desde já, eu me recuso. Basta-me ver uma gota de sangue para minha visão do mundo ficar nauseabunda; e se eu não estiver no vaso sanitário na hora da visita, ninguém vai me obrigar a fazer xixi fora de hora. Vai ser mais fácil que eu mande os caras do IBGE às titicas, num claro desvio de sua função, do que simplesmente gritar "volta pra casa, Padilha!".
SUGESTÃO PARA KIRCHNER
Cristina Kirchner, na sua melhor versão Dilma Vana, vicferou ontem para os argh!entinos que "ao invés de denunciar, o melhor é apresentar soluções". Pronto, recebeu hoje a primeira sugestão por escrito: "Convoque todos os corruptos, junte-se a eles e entre com o bando numa cela de segurança máxima. Feche a porta da cadeia e dê a chave ao carcereiro para que ele a jogue fora". Jogue fora, bem entendido, a chave e não a Cristina Kirchner.
INCIDENTE DIPLOMÁTICO
Há quem diga que o principal motivo para o terceiro adiamento da licitação para o trem-bala brasileiro foi influenciada pela tradicional aversão espanhola pelas coisas do Brasil. Aquele acidente de trem a 180 km por hora, numa curva, lá na Espanha tem tudo para ser encarado como um plano maquiavélico contra a implantação do trem da alegria do governo Dilma. Mais um claro incidente diplomático com a Espanha para um Patriota resolver.
TREM BÃO
Cá pra nós, um governo que não consegue fazer a transposição do São Francisco, não tem a menor condição de fazer funcionar um trem-bala que, só pra começar, custa R$ 38 bilhões. Isso só pode ser coisa dessa disputa de beleza entre a Avenida Paulista e Copacabana.
FHC, Lula e Dilma têm razão
Vamos ver se a gente entende... Desde 1985 que o Brasil se livrou do governo da Arena, se libertou do jugo da Redentora. Há 28 anos o País é governado por grandes e inatingíveis redemocratizadores da pátria. Quando outubro de 2014 chegar, serão 30 anos certinhos de poder estabelecido e cuidadosamente repartido.
Recordemos, pois... O primeiro a pegar carona com as Diretas-Já foi o aliado de Lula e Dilma, o ínclito e profícuo Marimbondo de Fogo, Zé Sarney que subiu a rampa que Tancredo ascendeu deitado eternamente; depois veio Fernandinho Beira-Collor, o Ligeiro que até hoje anda aos abraços e queijos com Lula e Dilma; então surgiu Itamar Franco, o Tampão que se ligava bem mais e bem melhor com FHC, o Príncipe dos Sociólogos.
Quando acharam que a democracia estava no ponto e que o Brasil estava mudando chegou da Sorbonne, ele o FHC, velho companheiro de lutas e desditas revolucionárias dos primórdios da redemocratização brasileira prometida por Lula, Zé Dirceu, Zé Genoíno, Dilma e outros republicanos de biografias tão guerrilheiras quanto as histórias que todos eles juntos tinham para contar.
Com FHC foram oito anos de "uma nova História do Brasil". Logo veio Lula, o Breve Metalúrgico que trabalhou pouco na indústria, mas queria e quer se perpetuar no Palácio. Ele precisou apenas subir a rampa em 2002 para implantar o regime do mensalão, uma lucrativa forma de comprar deputados, senadores, partidos e políticos à granel, aliados e opositores e assim se apropriar do País.
Foi então que surgiram as variantes do que Lula mesmo chama de "estratégia de coalizão pela governabilidade", um balcão de negócios cobertos pelos cofres públicos, com o pujante desempenho de consultores, lobistas, palestrantes milionários que ultrapassaram incólumes os oito anos luláticos e se consolidaram nesses dois anos de governo Dilma, a Dilgent@ President@ que, em nada e nem por nada neste mundo diferiu da forma de construção do Brasil da Silva.
O surpreendente agora é que, já esquecidos da velha Arena, madrasta nacional, eles os que têm a cara de um e o focinho do outro - de FHC a Lula e dos dois até Dilma - se fazem de inimigos pelo bem da democracia brasileira, enquanto se acusam de roubalheira, incompetência e da banalização de escândalos, único programa de aceleração do crescimento que sai do papel nesse país.
Na antevéspera de mais uma eleição, eles se acusam mutuamente de tudo isso - corrupção, bandalheira, achaque, enriquecimento ilícito, licitações fraudadas, malfeitorias oficializadas, compra de votos e de eleitores, bandidagem generalizada.
O que não causa nenhuma estranheza é que os dois blocos - de tucanos e demos a governistas tais e quais - estão cheios de razão. A oposição inerte, enfadonha e despreparada, de raízes na sua saudosa Arena, não tem nada a ver com o que FHC pensa de Lula e nem do que ambos acham do governo Dilma.
Então preste bem atenção,!... Quando FHC acusa Lula e Dilma e estes dois devolvem a gentileza a FHC; todos eles têm razão e sabem muito bem do que estão falando. Afinal faz 28 anos que eles mandam e desmandam neste país.
Há 28 anos, nas beiradas dos 30 de poder, quando acusam, quando apontam falhas, quando fazem denúncias graves, não têm e nem podem deplorar nem vilipendiar a ninguém mais do que senão a eles mesmos, os enganadores reformistas do País, os baderneiros inventores da democracia do Brasil da Silva, uma cópia degenerada da malfadada Redentora
Recordemos, pois... O primeiro a pegar carona com as Diretas-Já foi o aliado de Lula e Dilma, o ínclito e profícuo Marimbondo de Fogo, Zé Sarney que subiu a rampa que Tancredo ascendeu deitado eternamente; depois veio Fernandinho Beira-Collor, o Ligeiro que até hoje anda aos abraços e queijos com Lula e Dilma; então surgiu Itamar Franco, o Tampão que se ligava bem mais e bem melhor com FHC, o Príncipe dos Sociólogos.
Quando acharam que a democracia estava no ponto e que o Brasil estava mudando chegou da Sorbonne, ele o FHC, velho companheiro de lutas e desditas revolucionárias dos primórdios da redemocratização brasileira prometida por Lula, Zé Dirceu, Zé Genoíno, Dilma e outros republicanos de biografias tão guerrilheiras quanto as histórias que todos eles juntos tinham para contar.
Com FHC foram oito anos de "uma nova História do Brasil". Logo veio Lula, o Breve Metalúrgico que trabalhou pouco na indústria, mas queria e quer se perpetuar no Palácio. Ele precisou apenas subir a rampa em 2002 para implantar o regime do mensalão, uma lucrativa forma de comprar deputados, senadores, partidos e políticos à granel, aliados e opositores e assim se apropriar do País.
Foi então que surgiram as variantes do que Lula mesmo chama de "estratégia de coalizão pela governabilidade", um balcão de negócios cobertos pelos cofres públicos, com o pujante desempenho de consultores, lobistas, palestrantes milionários que ultrapassaram incólumes os oito anos luláticos e se consolidaram nesses dois anos de governo Dilma, a Dilgent@ President@ que, em nada e nem por nada neste mundo diferiu da forma de construção do Brasil da Silva.
O surpreendente agora é que, já esquecidos da velha Arena, madrasta nacional, eles os que têm a cara de um e o focinho do outro - de FHC a Lula e dos dois até Dilma - se fazem de inimigos pelo bem da democracia brasileira, enquanto se acusam de roubalheira, incompetência e da banalização de escândalos, único programa de aceleração do crescimento que sai do papel nesse país.
Na antevéspera de mais uma eleição, eles se acusam mutuamente de tudo isso - corrupção, bandalheira, achaque, enriquecimento ilícito, licitações fraudadas, malfeitorias oficializadas, compra de votos e de eleitores, bandidagem generalizada.
O que não causa nenhuma estranheza é que os dois blocos - de tucanos e demos a governistas tais e quais - estão cheios de razão. A oposição inerte, enfadonha e despreparada, de raízes na sua saudosa Arena, não tem nada a ver com o que FHC pensa de Lula e nem do que ambos acham do governo Dilma.
Então preste bem atenção,!... Quando FHC acusa Lula e Dilma e estes dois devolvem a gentileza a FHC; todos eles têm razão e sabem muito bem do que estão falando. Afinal faz 28 anos que eles mandam e desmandam neste país.
Há 28 anos, nas beiradas dos 30 de poder, quando acusam, quando apontam falhas, quando fazem denúncias graves, não têm e nem podem deplorar nem vilipendiar a ninguém mais do que senão a eles mesmos, os enganadores reformistas do País, os baderneiros inventores da democracia do Brasil da Silva, uma cópia degenerada da malfadada Redentora
CHAME A POLÍCIA
CPI para deputados e senadores investigarem casos de corrupção é um golpe baixo que não consegue nocautear ninguém nesse Brasil da Silva. Enquanto jogam para a torcida, seus membros viris negociam um bom preço para a saída honrosa dos que estão acuados nas cordas desse tipo de ringue de flagrantes marmeladas. No fim de qualquer CPI sempre fica tudo como tudo era e sempre será. É assim que os membros exibicionistas satisfazem seus mais primitivos instintos e suas politiqueiras necessidades fisiológicas. Os brasileiros já não aguentam mais um round sequer de CPI. Esse cartel de dissimulados não nos representa. O que se quer agora é que, na hora de investigar e apurar casos de corrupção, se chame a Polícia e não o ladrão.
CPI para deputados e senadores investigarem casos de corrupção é um golpe baixo que não consegue nocautear ninguém nesse Brasil da Silva. Enquanto jogam para a torcida, seus membros viris negociam um bom preço para a saída honrosa dos que estão acuados nas cordas desse tipo de ringue de flagrantes marmeladas. No fim de qualquer CPI sempre fica tudo como tudo era e sempre será. É assim que os membros exibicionistas satisfazem seus mais primitivos instintos e suas politiqueiras necessidades fisiológicas. Os brasileiros já não aguentam mais um round sequer de CPI. Esse cartel de dissimulados não nos representa. O que se quer agora é que, na hora de investigar e apurar casos de corrupção, se chame a Polícia e não o ladrão.
12 de ago. de 2013
A boa vida do pós-guerra
Eu nasci em 39, quando eclodiu a Segunda Guerra Mundial, exatos 25
anos depois de minha mãe, Evalda Thereza que veio ao mundo quando
estourou a 1ª Grande Guerra.
Assim como ela, eu também juro por "essa luz que me ilumina" - como jurava o Canelão - que nem eu e muito menos ela tivemos qualquer coisa a ver com isso.
Quero dizer apenas que, naquelas duas épocas de pós-guerra, não se passava fome e, até pelo contrário - salvo o pão, escuro e endurecido pela escassez da farinha e do fermento - se comia do bom e do melhor.
É que, 90% do que vinha para mesa saía dos quintais de nossas casas. Pelotas era uma cidade emergente, cercada de quintais por todos os lados. E tinha uma enorme vocação colonial. Tanto quanto um entreposto comercial, era uma cidade de sólida produção agrícola e boa vida pecuária.
Aí vieram os tambos; e vieram os colonos para o colégio e a região rural da minha pátria pequena que deixei aí no Sul foi se esvaziando e, a pouco e pouco, paulatina e rapidamente a Colônia descobriu que era mais bonito viver de turismo. Hoje, não vive, sobrevive disso aos trancos e barrancos, com enorme saudade dos tempos campesinos e da vida de gado.
O que eu quero dizer é que hoje, a velha geração se contenta com a distância dos filhos e netos, desfrutando de tudo quanto lhe sobra do pequeno salário da grande aposentadoria rural.
O que quero dizer mesmo é que seus filhos e netos gostam mais de viver na cidade gozando uma degradante bolsa família, na esperança de ter um dia a sua casa, sua vida, do que usar a digna enxada, ou viver as manhãs de ordenha e as tardes da volta do rebanho aos currais que um dia fizeram Pelotas ser uma cidade pungente e rica.
Nasci em Pelotas, durante a Segunda Guerra Mundial, comi do bom e do melhor. Os dias de feira eram todos os dias, sem sair de casa, num rotineiro passeio pelo quintal colhendo frutas e legumes, nesses pequenos e férteis pedaços do solo brasileiro onde, em se plantando, tudo dá.
Parece mentira, tenho saudade daqueles tempos difíceis. Eram bem melhores do que são os dias atuais.
Assim como ela, eu também juro por "essa luz que me ilumina" - como jurava o Canelão - que nem eu e muito menos ela tivemos qualquer coisa a ver com isso.
Quero dizer apenas que, naquelas duas épocas de pós-guerra, não se passava fome e, até pelo contrário - salvo o pão, escuro e endurecido pela escassez da farinha e do fermento - se comia do bom e do melhor.
É que, 90% do que vinha para mesa saía dos quintais de nossas casas. Pelotas era uma cidade emergente, cercada de quintais por todos os lados. E tinha uma enorme vocação colonial. Tanto quanto um entreposto comercial, era uma cidade de sólida produção agrícola e boa vida pecuária.
Aí vieram os tambos; e vieram os colonos para o colégio e a região rural da minha pátria pequena que deixei aí no Sul foi se esvaziando e, a pouco e pouco, paulatina e rapidamente a Colônia descobriu que era mais bonito viver de turismo. Hoje, não vive, sobrevive disso aos trancos e barrancos, com enorme saudade dos tempos campesinos e da vida de gado.
O que eu quero dizer é que hoje, a velha geração se contenta com a distância dos filhos e netos, desfrutando de tudo quanto lhe sobra do pequeno salário da grande aposentadoria rural.
O que quero dizer mesmo é que seus filhos e netos gostam mais de viver na cidade gozando uma degradante bolsa família, na esperança de ter um dia a sua casa, sua vida, do que usar a digna enxada, ou viver as manhãs de ordenha e as tardes da volta do rebanho aos currais que um dia fizeram Pelotas ser uma cidade pungente e rica.
Nasci em Pelotas, durante a Segunda Guerra Mundial, comi do bom e do melhor. Os dias de feira eram todos os dias, sem sair de casa, num rotineiro passeio pelo quintal colhendo frutas e legumes, nesses pequenos e férteis pedaços do solo brasileiro onde, em se plantando, tudo dá.
Parece mentira, tenho saudade daqueles tempos difíceis. Eram bem melhores do que são os dias atuais.
BAIANO BURRO?
A Avenida Paulista começa no Paraíso e termina na Consolação. O time do Grêmio começa com um pau de vira-tripa no gol e termina com um mastro de canoa pirata furada lá na frente. Ontem, o esquema funcionou e o tricolor gaúcho meteu 3 a 0 num time que nasceu morto lá na Bahia.
VOLTA, VOLTA!
Dilma recuperou seis pontos percentuais na intenção de votos, segundo o instituto de pesquisas "científicas" Datafolha. Isso é quase tão bom para a volta de Lula em 2014, quanto o boletim médico do Sírio-Libanês que "enterrou" neste sábado a campanha "Volta, Câncer!".
O CONCILIADOR
O papa Francisco saudou ontem os muçulmanos pelo fim do Ramadan, chamando-os de "irmãos". Esse papa é mesmo de uma contagiante humildade franciscana.
CAMPANHA
Flamengo 3 x 2 Fluminense. Pronto, já começou a campanha de Luxemburgo por mais uma gorda rescisão.
SAÚDE FIFA
A dengue e a pneumonia de Sarney não serviram pra nada daquilo que o Brasil queria. Em contrapartida, valeu para mostrar que a saúde pública brasileira está "à beira da perfeição": em pleno terceiro milênio, fora dos hospitais padrão Fifa, aqui no lado debaixo do SUS, a gente continua morrendo do Mal de Chagas, de dengue, tuberculose, malária, febre amarela, hanseníase, Aids, infecção hospitalar, gripe forte, bala perdida e de AVC - Acidente nas Vias e Ciclovias. E claro, não sendo no Sírio-Libanês, a gente morre de câncer também.
DORIL
Querem saber onde está o pedreiro Amarildo? Basta dar Doril para o Beltrame, capo de tutti capi da Polícia de Pacificação do Sérgio Cabral e só parar com a receita quando Amarildo aparecer.
JÁ SE SABE
Começa nesta quarta-feira o julgamento do julgamento do mensalão. O STF hoje tem a cara e a coragem do poder Executivo, verdadeiro grande réu nesse processo que agora renasce das brumas. Aconteça o que acontecer, a gente já sabe com quem está falando quando encontrar pela frente numa calçada qualquer desse País um exemplar com Zé Dirceu, um Zé Genoíno, ou qualquer um desses mensaleiros de cara limpa e ficha suja.
O SINAL
Sem o garoto Neymar, o Brasileirão ficou apenas com o vetusto futebol de Ronaldinho Gaúcho, Zé Roberto, Rogério Ceni, Seedorf (alienígena) Alex, Paulo Bayer e Juninho Pernambucano. O resto é coadjuvante. O Brasil trocou um menino de 20 anos, por um bloco de veteranos que, no conjunto, chega a mais de 270 anos de idade. Quase três séculos de futebol. Isso sim é um sinal dos tempos.
A Avenida Paulista começa no Paraíso e termina na Consolação. O time do Grêmio começa com um pau de vira-tripa no gol e termina com um mastro de canoa pirata furada lá na frente. Ontem, o esquema funcionou e o tricolor gaúcho meteu 3 a 0 num time que nasceu morto lá na Bahia.
VOLTA, VOLTA!
Dilma recuperou seis pontos percentuais na intenção de votos, segundo o instituto de pesquisas "científicas" Datafolha. Isso é quase tão bom para a volta de Lula em 2014, quanto o boletim médico do Sírio-Libanês que "enterrou" neste sábado a campanha "Volta, Câncer!".
O CONCILIADOR
O papa Francisco saudou ontem os muçulmanos pelo fim do Ramadan, chamando-os de "irmãos". Esse papa é mesmo de uma contagiante humildade franciscana.
CAMPANHA
Flamengo 3 x 2 Fluminense. Pronto, já começou a campanha de Luxemburgo por mais uma gorda rescisão.
SAÚDE FIFA
A dengue e a pneumonia de Sarney não serviram pra nada daquilo que o Brasil queria. Em contrapartida, valeu para mostrar que a saúde pública brasileira está "à beira da perfeição": em pleno terceiro milênio, fora dos hospitais padrão Fifa, aqui no lado debaixo do SUS, a gente continua morrendo do Mal de Chagas, de dengue, tuberculose, malária, febre amarela, hanseníase, Aids, infecção hospitalar, gripe forte, bala perdida e de AVC - Acidente nas Vias e Ciclovias. E claro, não sendo no Sírio-Libanês, a gente morre de câncer também.
DORIL
Querem saber onde está o pedreiro Amarildo? Basta dar Doril para o Beltrame, capo de tutti capi da Polícia de Pacificação do Sérgio Cabral e só parar com a receita quando Amarildo aparecer.
JÁ SE SABE
Começa nesta quarta-feira o julgamento do julgamento do mensalão. O STF hoje tem a cara e a coragem do poder Executivo, verdadeiro grande réu nesse processo que agora renasce das brumas. Aconteça o que acontecer, a gente já sabe com quem está falando quando encontrar pela frente numa calçada qualquer desse País um exemplar com Zé Dirceu, um Zé Genoíno, ou qualquer um desses mensaleiros de cara limpa e ficha suja.
O SINAL
Sem o garoto Neymar, o Brasileirão ficou apenas com o vetusto futebol de Ronaldinho Gaúcho, Zé Roberto, Rogério Ceni, Seedorf (alienígena) Alex, Paulo Bayer e Juninho Pernambucano. O resto é coadjuvante. O Brasil trocou um menino de 20 anos, por um bloco de veteranos que, no conjunto, chega a mais de 270 anos de idade. Quase três séculos de futebol. Isso sim é um sinal dos tempos.
11 de ago. de 2013
CADA VEZ MAIS CANDIDATO
Em contraponto com a pesquisa Sensus feita sob encomenda pelos tucanos, a pesquisa Datafolha revela que Dilma Vana disputaria um 2º turno pelo Palácio do Planalto com Marina Silva. Pelo mesmo levantamento, divulgado logo após o boletim médico do Sírio-Libanês que enterrou os boatos da volta do câncer, Lula venceria todos os adversários juntos já no primeiro turno. Então tá, os boatos da volta do câncer foram enterrados, mas a candidatura ressurgiu dos mortos. Lula é cada vez mais candidato. Quem viver verá.
Em contraponto com a pesquisa Sensus feita sob encomenda pelos tucanos, a pesquisa Datafolha revela que Dilma Vana disputaria um 2º turno pelo Palácio do Planalto com Marina Silva. Pelo mesmo levantamento, divulgado logo após o boletim médico do Sírio-Libanês que enterrou os boatos da volta do câncer, Lula venceria todos os adversários juntos já no primeiro turno. Então tá, os boatos da volta do câncer foram enterrados, mas a candidatura ressurgiu dos mortos. Lula é cada vez mais candidato. Quem viver verá.
BOLETIM MÉDICO
Neste sábado, a equipe médica do SUS das elites, o hospital Sírio-Libanês, integrada ao plano eleitoral para 2014 que tem a saúde como um dos pontos fortes da campanha para a manutenção dos bambas da República no poder por mais uma temporada, emitiu um boletim médico: - O câncer que atacou a laringe de Lula é uma versão do mosquito que meteu uma picadura em Zé Sarney. Lula e Sarney passam bem; o câncer e o mosquito morreram contaminados.
Neste sábado, a equipe médica do SUS das elites, o hospital Sírio-Libanês, integrada ao plano eleitoral para 2014 que tem a saúde como um dos pontos fortes da campanha para a manutenção dos bambas da República no poder por mais uma temporada, emitiu um boletim médico: - O câncer que atacou a laringe de Lula é uma versão do mosquito que meteu uma picadura em Zé Sarney. Lula e Sarney passam bem; o câncer e o mosquito morreram contaminados.
10 de ago. de 2013
De Tribunal a Gaiola
Começa quarta-feira, no Supremo Tribunal Federal, o julgamento dos 25 mensaleiros condenados no mensalão. É possível que seja mudada a sentença condenatória de 11 réus.
Embargos infringentes sob análise podem transformar o tribunal numa verdadeira gaiola das loucas. Bem como o Brasil da Silva merece. Será só o terceiro dos Poderes constituídos a cair em descrédito e desgraça aos olhos da população. Mais um motivo para o brasileiro mostrar nas ruas sua capacidade de indignação.
Os outros dois já desgraçados, servem de exemplo em mais este episódio hermafrodita dos direitos e obrigações do Estado para com a nação: tanto faz dar como comer que ninguém será castigado nesta festa, a não ser o povo, como sempre barrado no baile.
Se o Supremo virar Gaiola das Loucas, os malfeitores condenados que tiveram ao menos quatro votos pela absolvição terão direito a um novo julgamento, com reexame das provas. Esta é a sua chance de terem revertida parte da condenação.
Como já se esperava, têm direito ao recurso os mensaleiros João Paulo Cunha, João Cláudio Genú e Breno Fischberg, até aqui reconhecidos pelo próprio STF como lavadores de dinheiro; Zé Dirceu, Zé Genoíno, Delúbio Soares, Marcos Valério, Kátia Rabello, Ramon Hollerbach, CristianoPaz e Zé Roberto Salgado formam o bloco dos quadrilheiros que também têm chance de enlouquecer de vez a mais alta corte de Justiça(?!) do País.
Se o Supremo aceitar julgar os embargos infringentes, o "chefe da quadrilha", Zé Dirceu, poderá passar do regime fechado de prisão para a moleza do semiaberto.
Tudo isso, no entanto, não é pra já. Primeiro devem ser analisados os recursos de outros 14 réus que também apresentaram embargos declaratórios, implicando com o acórdão do julgamento.
O primeiro caso a ser analisado pelo novo corpo ministerial da magna corte será o de Rogério Tolentino, que já não é mais nem advogado nem sócio de Marcos Valério.
E assim é que, por vislumbrar no Supremo uma espécie de Gaiola das Loucas, a president@ Dilma Vana continua praticando às escâncaras e sem qualquer contestação ou medo de não ser feliz o maior mensalão da história desse país...
Querendo recuperar o apoio dos prefeitos, pré-requisito para ser reeleita em 2014, Dilma Vana acaba de negociar com a oposição a liberação de R$ 1,5 bilhão para custeio de municípios.
Em reunião na quarta-feira passada, a ministra Ideli Salvatti acertou liberar emendas parlamentares do PSDB, DEM e PPS em troca da votação do projeto na Comissão Mista de Orçamento.
É a perniciosa e imoral estratégia de coalizão pela governabilidade que Lula implantou em 2002, mal tinha subido a rampa do Palácio. Se isso não é mensalão, então é chantagem mesmo. Corrupção pura. Ativa e passiva, por isso mesmo, ótima para habitar a Gaiola das Loucas.
Embargos infringentes sob análise podem transformar o tribunal numa verdadeira gaiola das loucas. Bem como o Brasil da Silva merece. Será só o terceiro dos Poderes constituídos a cair em descrédito e desgraça aos olhos da população. Mais um motivo para o brasileiro mostrar nas ruas sua capacidade de indignação.
Os outros dois já desgraçados, servem de exemplo em mais este episódio hermafrodita dos direitos e obrigações do Estado para com a nação: tanto faz dar como comer que ninguém será castigado nesta festa, a não ser o povo, como sempre barrado no baile.
Se o Supremo virar Gaiola das Loucas, os malfeitores condenados que tiveram ao menos quatro votos pela absolvição terão direito a um novo julgamento, com reexame das provas. Esta é a sua chance de terem revertida parte da condenação.
Como já se esperava, têm direito ao recurso os mensaleiros João Paulo Cunha, João Cláudio Genú e Breno Fischberg, até aqui reconhecidos pelo próprio STF como lavadores de dinheiro; Zé Dirceu, Zé Genoíno, Delúbio Soares, Marcos Valério, Kátia Rabello, Ramon Hollerbach, CristianoPaz e Zé Roberto Salgado formam o bloco dos quadrilheiros que também têm chance de enlouquecer de vez a mais alta corte de Justiça(?!) do País.
Se o Supremo aceitar julgar os embargos infringentes, o "chefe da quadrilha", Zé Dirceu, poderá passar do regime fechado de prisão para a moleza do semiaberto.
Tudo isso, no entanto, não é pra já. Primeiro devem ser analisados os recursos de outros 14 réus que também apresentaram embargos declaratórios, implicando com o acórdão do julgamento.
O primeiro caso a ser analisado pelo novo corpo ministerial da magna corte será o de Rogério Tolentino, que já não é mais nem advogado nem sócio de Marcos Valério.
E assim é que, por vislumbrar no Supremo uma espécie de Gaiola das Loucas, a president@ Dilma Vana continua praticando às escâncaras e sem qualquer contestação ou medo de não ser feliz o maior mensalão da história desse país...
Querendo recuperar o apoio dos prefeitos, pré-requisito para ser reeleita em 2014, Dilma Vana acaba de negociar com a oposição a liberação de R$ 1,5 bilhão para custeio de municípios.
Em reunião na quarta-feira passada, a ministra Ideli Salvatti acertou liberar emendas parlamentares do PSDB, DEM e PPS em troca da votação do projeto na Comissão Mista de Orçamento.
É a perniciosa e imoral estratégia de coalizão pela governabilidade que Lula implantou em 2002, mal tinha subido a rampa do Palácio. Se isso não é mensalão, então é chantagem mesmo. Corrupção pura. Ativa e passiva, por isso mesmo, ótima para habitar a Gaiola das Loucas.
TENHO QUE GOVERNAR
No palanque armado num campus universitário da cidade gaúcha de Osório, a president@ Dilma Vana disse com seu melhor jeito professoral que "quem tem de fazer campanha é quem quer o meu lugar". Era o início de uma aula sobre a matéria Campanha de Reeleição. E então, acabou confessando que não tem feito o que precisa fazer: "A troco de que eu vou fazer campanha? Eu tenho que governar" - disse, peremptória, como se gaúcha fosse. Pois que comece a governar agora mesmo. Ou então devolva logo os salários e os avanços que embolsa desde janeiro de 2010 quando subiu a rampa do Palácio do Planalto.
PODEROSOS E PERIGOSOS
Agora, com inveja da repercussão que alcança a listagem dos mais poderosos cometida lá fora, à toda hora, pela revista Forbes, nós temos que aturar uma lista de "mais poderosos" aqui do Brasil. A partir de agora o portal iG está divulgando todas as sextas-feiras o perfil de um dos relacionados pela esperta série especial "Os 60 Mais Poderosos do Brasil".
É bom que você dê uma passada de olhos nessa relação que reduz os outros brasileiros, como você, a meros cidadãos tementes que se sacodem porque "eles" podem. Veja bem quem são os ditos mandachuvas, pois é deles que você e sua família mais precisam se cuidar. É bom saber quem são eles, a bem de prevenir-se, pois poderosos, de hábito, são perigosos. E não pague mico diante de seus familiares e amigos, basta você saber que todo poderoso é mais covarde que a própria sociedade que parece dominar.
A propósito, o 60º mais poderoso indicado pelo portal foi, ninguém mais nem menos do que o notável topetudo Eike Maravilha Batista. A Esplanada dos Ministérios, acometida de um rasgo de bondade, avisa: não deixe seus filhos fazerem em casa o que essa gente faz com o Brasil.
RODAPÉ - Não se deprecie: sua família sabe que esses poderosos, na realidade, só têm dinheiro para lhe oferecer. Às vezes essa grana vem até em forma de emprego e bom salário. Mas em casa todo mundo sabe que você não é mensaleiro e nem se deixa comprar... Ou será que você está a perigo?!?
No palanque armado num campus universitário da cidade gaúcha de Osório, a president@ Dilma Vana disse com seu melhor jeito professoral que "quem tem de fazer campanha é quem quer o meu lugar". Era o início de uma aula sobre a matéria Campanha de Reeleição. E então, acabou confessando que não tem feito o que precisa fazer: "A troco de que eu vou fazer campanha? Eu tenho que governar" - disse, peremptória, como se gaúcha fosse. Pois que comece a governar agora mesmo. Ou então devolva logo os salários e os avanços que embolsa desde janeiro de 2010 quando subiu a rampa do Palácio do Planalto.
PODEROSOS E PERIGOSOS
Agora, com inveja da repercussão que alcança a listagem dos mais poderosos cometida lá fora, à toda hora, pela revista Forbes, nós temos que aturar uma lista de "mais poderosos" aqui do Brasil. A partir de agora o portal iG está divulgando todas as sextas-feiras o perfil de um dos relacionados pela esperta série especial "Os 60 Mais Poderosos do Brasil".
É bom que você dê uma passada de olhos nessa relação que reduz os outros brasileiros, como você, a meros cidadãos tementes que se sacodem porque "eles" podem. Veja bem quem são os ditos mandachuvas, pois é deles que você e sua família mais precisam se cuidar. É bom saber quem são eles, a bem de prevenir-se, pois poderosos, de hábito, são perigosos. E não pague mico diante de seus familiares e amigos, basta você saber que todo poderoso é mais covarde que a própria sociedade que parece dominar.
A propósito, o 60º mais poderoso indicado pelo portal foi, ninguém mais nem menos do que o notável topetudo Eike Maravilha Batista. A Esplanada dos Ministérios, acometida de um rasgo de bondade, avisa: não deixe seus filhos fazerem em casa o que essa gente faz com o Brasil.
RODAPÉ - Não se deprecie: sua família sabe que esses poderosos, na realidade, só têm dinheiro para lhe oferecer. Às vezes essa grana vem até em forma de emprego e bom salário. Mas em casa todo mundo sabe que você não é mensaleiro e nem se deixa comprar... Ou será que você está a perigo?!?
9 de ago. de 2013
Pesquisa Sensus: Aécio dá de goleada em Dilma
A tucanagem tá que não se aguenta dentro do ninho
Como se pesquisa científica sob encomenda valesse alguma coisa feita pelo Ibope, pelo Instituto Sensus, pelo Datafolha ou pelo diabo a quatro, o ninho tucano está em festa, como em festa esteve o governo Dilma e seus meandros em levantamentos idênticos cometidos nos últimos anos de planos mirabolantes que não saem do papel.
O Instituto Sensus acaba de realizar pesquisa exclusiva a pedido do PSDB. Era só o que faltava o súdito contrariar o amo e senhor. O patrão pagaria uma vez na vida e nunca mais, nem na morte. Nesse mundo de negócios, businesse is business; ninguém é louco a dar com pau e nem maluco pra rasgar dinheiro ou comer titica seca.
O Sensus tem como domínio dos fatos a constatação do que resultou de 4.500 entrevistas feitas de 25 a 30 de julho no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais - os três maiores colégios eleitorais do Brasil: quem conhece Aécio Neves vota em Aécio Neves.
É que o levantamento foi feito apenas com eleitores que dizem conhecer os quatro principais candidatos que colocaram o buzanfan na janela pra gente passar a mão nele.
Aécio tem 27,9% das intenções de voto; Dilma Vana aparece no mais puro estilo Vasco da Gama, na segunda colocação, com 21,3%; Marina Morena Silva conta com 17,7% e the young blue eyes Eduardo Campos, tem um excesso de 3,8% de mal intencionados que lhe dedicam alguma atenção.
Desse jeito a coisa iria para o 2° turno e vaca pro brejo. Em Minas, Aécio mete uma goleada em Dilma: 52,7 x 28,6; no Rio de Janeiro, Dilma ganha com, digamos, a saia nas mãos: 31,4 x 27,3; em São Paulo, dá Dilma traveis e do mesmo jeito: 33,3 x 27,4. A diferença de 24,1 pontos mineiros contra Dilma os 10 pontos favoráveis à president@ de Lula, garantiria Aécio Neves como presidento da República, com 14,1% de vantagem.
Assim é que a tucanagem tá que não se aguenta dentro do ninho. Vai investir a partir de agora na imagem do neto de Tancredo e acha que assim o Brasil poderá ter mais um presidento língua presa.
O que os tucanos não estão dizendo é que este País é uma nação composta de 26 capitanias hereditárias e uma sesmaria federal.
O Brasil não é só isso. Rio, Sampa e as Gerais são grandes, mas não são nenhum Vasco da Gama. Ainda assim, como se sabe, o Vasco só é Vasco quando é vice; e o resto é o resto. E tem mais: há coisas que só acontecem com o Botafogo. Tradução literal: o Brasil é uma bola.
REFORMA POLÍTICA
Pesquisa revela que 595 parlamentares não querem reforma política. Evidente que não. Assim como está é que é bom para eles. E seria bom não só no Brasil como em qualquer outro buraco negro da parte podre do mundo. A população também não quer reforma política feita por eles. A nação quer e precisa fazer a reforma conforme seu próprio desejo para o bem do País. Ao Congresso caberá apenas o papel de assinar embaixo. Só nessa hora a assinatura desses 595 vale alguma coisa.
MANDINGA
Pesquisa do Ibope mostra que, no Distrito Federal, nem católicos e nem evangélicos votariam em Arruda. Nem maçônicos, nem agnósticos e muito menos que tiver senso de moral e justiça. Arruda, nem atrás da orelha. Não serve nem pra mandinga.
CENSURA CASEIRA
Foi exorcizada de ontem pra hoje do Blog do Planalto a parte da entrevista que a president@ Dilma concedeu a duas rádios de Minas Gerais, em que ela dizia "respeito muito o ET de Varginha". No PT, o Marco Regulatório das Comunicações já entrou em vigor. Por enquanto funciona em níveis domésticos.
PALAVRA DE HONRA
A versão impossível, fantástica e extraordinária que a polícia paulista inventou culpando o menino de 13 anos pela morte de seu pais - um casal de policiais - de uma avó e uma tia, tem agora a garantia do desmentido de um coronel que informara que a mãe do menino havia denunciado colegas corruptos à corregedoria policial. Ele próprio diz agora que não disse. Lembra aquele delegado da Polícia Federal que, na explosão da Operação Porto Seguro anunciou num dia as fitas com 122 telefonemas entre Lula e sua amiga Rose e no outro desmentiu-se descaradamente. Esse é o Brasil da Silva.
AUTOFAGISMO
O PT, craque insuperável em matéria de escândalos e maracutaias, descobre agora que o "Caso Siemens pode explicar a reeleição de FHC". Do jeito que tucanos e petistas se bicam hoje, parece até que eles não são governistas há 20 anos. FHC era militar? Era de direita, de esquerda, ou fugia pelo centro para padecer um duro exílio na Sorbonne, no Quartier latin de Paris? Essa gandaia toda; essa desfaçatez que banaliza escândalos há 20 anos está nas mãos de tucanos (oito anos de FHC) e do PT que curtiu oito anos oficiais de Lula e mais três oiiciosos dele como orientador do poste que virou mosca tonta. São tucanos e petistas os fundadores desse Brasil Dilma da Silva. O processo é de autofagismo. Só a voz das ruas pode mudar essa tragédia anunciada para 2015.
SEM SAÍDA
Ei, gurizada medonha que está com o pé que é um leque para sair aos milhões pelas ruas outra vez!... A turma já se deu conta de que está entre a cruz e a espada? Ano que vem será obrigada a desgastar sua liberdade de escolha entre Dilma ou Lula, Aécio Neves, Eduardo Campos, Marina Silva e o eterno democrata cristão Zé Maria Eymael. E ainda bem que Fernando Gabeira tirou sua tanga do varal. A salvação é hoje um sonho impossível: reforma moral, antes de tudo. Corrupto, não! Ladrão é ladrão, cidadão é cidadão.
Pesquisa revela que 595 parlamentares não querem reforma política. Evidente que não. Assim como está é que é bom para eles. E seria bom não só no Brasil como em qualquer outro buraco negro da parte podre do mundo. A população também não quer reforma política feita por eles. A nação quer e precisa fazer a reforma conforme seu próprio desejo para o bem do País. Ao Congresso caberá apenas o papel de assinar embaixo. Só nessa hora a assinatura desses 595 vale alguma coisa.
MANDINGA
Pesquisa do Ibope mostra que, no Distrito Federal, nem católicos e nem evangélicos votariam em Arruda. Nem maçônicos, nem agnósticos e muito menos que tiver senso de moral e justiça. Arruda, nem atrás da orelha. Não serve nem pra mandinga.
CENSURA CASEIRA
Foi exorcizada de ontem pra hoje do Blog do Planalto a parte da entrevista que a president@ Dilma concedeu a duas rádios de Minas Gerais, em que ela dizia "respeito muito o ET de Varginha". No PT, o Marco Regulatório das Comunicações já entrou em vigor. Por enquanto funciona em níveis domésticos.
PALAVRA DE HONRA
A versão impossível, fantástica e extraordinária que a polícia paulista inventou culpando o menino de 13 anos pela morte de seu pais - um casal de policiais - de uma avó e uma tia, tem agora a garantia do desmentido de um coronel que informara que a mãe do menino havia denunciado colegas corruptos à corregedoria policial. Ele próprio diz agora que não disse. Lembra aquele delegado da Polícia Federal que, na explosão da Operação Porto Seguro anunciou num dia as fitas com 122 telefonemas entre Lula e sua amiga Rose e no outro desmentiu-se descaradamente. Esse é o Brasil da Silva.
AUTOFAGISMO
O PT, craque insuperável em matéria de escândalos e maracutaias, descobre agora que o "Caso Siemens pode explicar a reeleição de FHC". Do jeito que tucanos e petistas se bicam hoje, parece até que eles não são governistas há 20 anos. FHC era militar? Era de direita, de esquerda, ou fugia pelo centro para padecer um duro exílio na Sorbonne, no Quartier latin de Paris? Essa gandaia toda; essa desfaçatez que banaliza escândalos há 20 anos está nas mãos de tucanos (oito anos de FHC) e do PT que curtiu oito anos oficiais de Lula e mais três oiiciosos dele como orientador do poste que virou mosca tonta. São tucanos e petistas os fundadores desse Brasil Dilma da Silva. O processo é de autofagismo. Só a voz das ruas pode mudar essa tragédia anunciada para 2015.
SEM SAÍDA
Ei, gurizada medonha que está com o pé que é um leque para sair aos milhões pelas ruas outra vez!... A turma já se deu conta de que está entre a cruz e a espada? Ano que vem será obrigada a desgastar sua liberdade de escolha entre Dilma ou Lula, Aécio Neves, Eduardo Campos, Marina Silva e o eterno democrata cristão Zé Maria Eymael. E ainda bem que Fernando Gabeira tirou sua tanga do varal. A salvação é hoje um sonho impossível: reforma moral, antes de tudo. Corrupto, não! Ladrão é ladrão, cidadão é cidadão.
8 de ago. de 2013
BOLETINS
Boletim médico: Zé Sarney sofreu uma picadura de mosquito da dengue. Boletim policial: o mosquito da dengue confessou, estava a serviço de um leitor de "Marimbondos de fogo" - obra traduzida em diversos idiomas, menos em português claro e objetivo. O livro que ajudou Sarney a ser imortal, agora o fez correr risco de vida. Boletim fúnebre: o mosquito não foi executado; morreu envenenado.
Boletim médico: Zé Sarney sofreu uma picadura de mosquito da dengue. Boletim policial: o mosquito da dengue confessou, estava a serviço de um leitor de "Marimbondos de fogo" - obra traduzida em diversos idiomas, menos em português claro e objetivo. O livro que ajudou Sarney a ser imortal, agora o fez correr risco de vida. Boletim fúnebre: o mosquito não foi executado; morreu envenenado.
Tá tudo dominado!
O maior programa do governo garante o bem-estar de todos
Então tá, o dragão da inflação tá dominado! Agora, conta uma de índio;nem precisa ser da terra Raposa do Sol. Se não tem uma de índio serve uma de português; se não tem nem uma e nem outra, então conta mais uma lá do Palácio do Planalto.
Sabe por que a inflação caiu? Porque o governo, ministros, juízes, deputados, senadores, vereadores, prefeitos, governadores, seus marqueteiros e cabos eleitorais vivem de salário mínimo. É com o que ganham que eles compram cesta básica para sobre/viver.
E cesta básica é isso: carne, leite, feijão, arroz, farinha, batata, tomate, pão, café em pó, açúcar, óleo ou banha, manteiga, frutas como bana ou maçã. Simples assim.
Os proprietários do Brasil vivem de cesta básica. Não pagam hospital, nem escola, muito menos faculdade; não compram roupas nem sapatos; não precisam de transporte, nem de segurança; plano de saúde é bobagem, o SUS está "à beira da perfeição" - como diz o mestre Lula; sua cesta básica tem tudo: atende às suas necessidades vitais básicas e às de sua família com aluguel, médico, dentista, vestuário, higiene, transporte, previdência social e até turismo e lazer.
É por isso, só por isso que o governo Dilma Vana dominou o dragão da inflação. E o DIEESE e a mídia domesticada que, coitados, também vivem de salário mínimo, fingem que acreditam. E espalham. Acredite, você também. Não é só o dragão da inflação... No Brasil da Silva tá tudo dominado.
Se não é assim, então o Brasil é mesmo o País das desigualdades sociais. É a nação dos que sobrevivem de Bolsa Família e dos que vivem á la gandaia do maior programa do governo, o popular A Bolsa ou a Vida!
Mercadante quer o lugar de Mantega
No Brasil da Silva, o querer não é poder; Mercadante quer, Dilma considera, mas Lula não gosta
Cabeça dura e "metida a mais homem", Dilma Vana dá uma banana para as pressões de aliados e opositores e mantém Gleisi Hoffmann como chef@ da Casa Civil da president@; Aloízio Mercadante que é um horror como proprietário do MEC já está de olho no cargo de Guido Mantega que balança, balança, mas não cai da Fazenda.
Dilma Vana, diante do desgaste de Mantega que cada vez custa mais caro nas prateleiras dos supermercados, está pensando seriamente na troca de alhos por bugalhos. Aí, no entanto, é que a porca torce o rabo, pois querer no Brasil da Silva, não é poder: Lula não gosta de Mercadante pra nada, nem para o MEC, nem para o governo de São Paulo e muito menos para a Fazenda.
Lula - aquele que "não pode voltar porque nunca saiu" - quer Henrique Meirelles. Adivinhe então, em caso de troca, quem a dilgent@ president@ vai colocar no lugar de Mantega, o Desgastado?!?
Pois é. Nada como viver num país de regime presidencialista que tenha dois presidentes no poder, exercendo o mesmo mandato.
7 de ago. de 2013
FHC E A CANNABIS
A porção Elvira Pagã de Fernando Henrique Cardoso se desnudou e rasgou-se em elogios ao projeto projeto aprovado pela Câmara do Uruguai que legaliza o uso da maconha. FHC disse que não é uma decisão que se possa transferir a todos os países, mas mostra que não é a repressão que resolve.
Não falou no medo que o lado bom da sociedade tem de encontrar maconha nas mochilas dos seus filhos e netos.
Nem falou que, muito mais eficaz do que a venda oficial da maconha pelo governo seria o Estado punir com cadeia tanto os traficantes quanto os usuários, tenham lá a idade e o pedigree social que tiverem. Sem consumidores não há vendedores.
Como na tese caduco-neoliberalista do vetusto FHC o governo será vendedor de produto alucinógeno, pode ser que assim seus integrantes acabem, um dia e até que enfim, numa cela de presídio de segurança máxima.
A tese de FHC em favor da cannabis deve ser porque a popular marijuana provoca perda de memória. Desse jeito ficaria bem mais fácil atender ao seu velho apelo: "esqueçam o que escrevi".
Elvira Pagã/Div
O ex-presidente culpa a base evangélica por travar a discussão no país: "O medo dos evangélicos é que se abram as portas para as drogas e o crime. É o contrário. É uma maneira mais inteligente de reduzir o uso".Não falou no medo que o lado bom da sociedade tem de encontrar maconha nas mochilas dos seus filhos e netos.
Nem falou que, muito mais eficaz do que a venda oficial da maconha pelo governo seria o Estado punir com cadeia tanto os traficantes quanto os usuários, tenham lá a idade e o pedigree social que tiverem. Sem consumidores não há vendedores.
Como na tese caduco-neoliberalista do vetusto FHC o governo será vendedor de produto alucinógeno, pode ser que assim seus integrantes acabem, um dia e até que enfim, numa cela de presídio de segurança máxima.
A tese de FHC em favor da cannabis deve ser porque a popular marijuana provoca perda de memória. Desse jeito ficaria bem mais fácil atender ao seu velho apelo: "esqueçam o que escrevi".
O Cidadão e o Estado
Falta menos agora para o malfeitor temer e respeitar o cidadão
De junho para cá, depois que a nação indignada saiu às ruas, a batata do Estado está assando. Os três Poderes - Executivo, Legislativo e Judiciário - já sabem que estão com a bola murcha no conceito popular.
Sabem disso e continuam, como malfeitores profissionais e proprietários do Brasil, praticando malfeitorias e tirando proveito dos cofres públicos enriquecidos pela maior carga de impostos do planeta. Fingem que a nação não tem, nem terá força e tampouco talento para rasgar uma Constituição que só é usada em proveito dos malfeitores que se adonaram do País.
A empáfia do poder e a certeza da impunidade que tinham os governantes de todas escamas sociais - de vereadores a prefeitos, de prefeitos e governadores, de governadores a ministros e até a presidentes (temos dois) dessa República - está se transformando em medo do eleitor.
O povo nas ruas é apenas o começo; falta menos agora, mas ainda falta um pouco para que tenham respeito pelos brasileiros que vivem mal e pagam a boa vida desses donos da máquina pública, desses proprietários indébitos e descarados de uma nação que reprova, rejeita e logo estará condenando o Estado, suas gavetas, seus malfeitores e suas criminosas circunstâncias.
Falta pouco para começar, na prática, a reforma moral que o Brasil precisa. E na Constituição escrita pelo povo, logo após a frase de efeito "Todo poder emana do povo e em seu nome será exercido" se escreverá como parágrafo único do Art. 1° dos princípios fundamentais: "Corrupção, não; ladrão é ladrão, cidadão é cidadão".
6 de ago. de 2013
CORRUPÇÃO GILETTE
Descobriram a pólvora! Os tucanos e a oposição como um todo e com horrorosas exceções já praticavam o esporte preferido da política nacional: a corrupção gilette - aquela que corta pelos dois lados, o ativo e o passivo. Então seria uma grande injustiça achar que foi Lula ou o PT que inventaram a corrupção. Eles só sistematizaram e organizaram. Apenas banalizaram o escândalo.
Washington Post é da Amazon
Amazon fechou milhares de livrarias nos EUA; prenúncio do fim da leitura no papel e com cheiro de tinta
Jeff Bezos, o cara dono da Amazon - maior livraria virtual do mundo, comprou o Washington Post, jornal que em 1970 detonou o caso Watergate que derrubou Richard Nixon - fora do Brasil da Silva, escândalo derruba presidentes - por suaves US$ 250 milhões, cash, na bucha, na boca da guaiaca.
É o sinal dos tempos. É a mídia eletrônica nadando de braçada contra os meios tradicionais de comunicação. Aguarde só um pouquinho mais e seus olhos hão de ver o fim dos jornais, das revistas, dos livros feitos no papel e com cheiro de tinta.
Não é que a webmedia seja mais bonita, ou melhor; apenas é mais ágil e de alcance ilimitado; a internet não tem fronteiras e nem notícia de ontem.
RODAPÉ - A internet será mais ágil, sem fronteiras e sem notícia de ontem, salvo no caso do Brasil da Silva que, valendo-se de Lulas, Franklins Martins, Ruis Falconetes e outras figuras abjetas, estabelecerá a volta da censura prévia que atende pelo codinome de Marco Regulatório das Comunicações. E aguarde: vem aí as bibliotecas virtuais no lugar das tradicionais que serão promovidas a museus.
Petrobrás vaza dinheiro pelo ladrão
A Petrobrás está vazando dinheiro pelo ladrão. É uma das heranças
"benditas" que Lula deixou para Dilma. Agora Sérgio Gabrielli,
ex-presidente da estatal petrolífera e atual secretário de planejamento
do governo da Bahia, garante que a compra da refinaria de Pasadena, nos
EUA, foi "negócio normal".
Ele vai ao Senado tentar esclarecer a compra da refinaria americana, realizada no glorioso ano de 2005 quando veio à tona o escândalo do mensalão. Gabrielli comprou a petrolífera de Pasadena por módicos US$ 1,8 bilhão, preço dez vezes maior do que o valor de mercado.
Gabrielli continua sustentando que foi um negócio normal. Normal para os padrões luláticos. Só louco rasga dinheiro assim. Se é louco, merece manicômio judicial; ou então, que seja condenado a comer titica pelo menos uma vez por dia até que o dinheiro volte aos cofres da República.
Ele vai ao Senado tentar esclarecer a compra da refinaria americana, realizada no glorioso ano de 2005 quando veio à tona o escândalo do mensalão. Gabrielli comprou a petrolífera de Pasadena por módicos US$ 1,8 bilhão, preço dez vezes maior do que o valor de mercado.
Gabrielli continua sustentando que foi um negócio normal. Normal para os padrões luláticos. Só louco rasga dinheiro assim. Se é louco, merece manicômio judicial; ou então, que seja condenado a comer titica pelo menos uma vez por dia até que o dinheiro volte aos cofres da República.
Mais um mensalão
Dilma Vana tenta hoje, ao reunir-se com deputados e senadores, salvar
a pele de um governo que, no primeiro mandato ainda, conseguiu atingir o
nível estapafúrdio do segundo governo de Fernando Henrique Cardoso e o
fim do governo Lula, enroscado até os gornes em corrupção e mergulhado
num mar de lama.
Ela vai hoje para o papo com seus aliados descontentes em mais uma sessão de toma lá, dá cá, a fim de contar com o apoio que jogou no lixo. É o prenúncio de mais um mensalão desfacetado que vai rolar solto até as eleições do ano que vem.
Dilma Vana pode estar jogando tempo e dinheiro fora, uma vez mais, porque político só se importa com ele mesmo. Se qualquer um deles pressentir que Dilma Vana não é boa companhia para o ano que vem, vai pegar o que der para pegar das burras públicas e tratar da própria vida, servindo a outro comprador de consciências que esteja de bem com o eleitorado. Eles se entendem. O Brasil é que não merece.
Ela vai hoje para o papo com seus aliados descontentes em mais uma sessão de toma lá, dá cá, a fim de contar com o apoio que jogou no lixo. É o prenúncio de mais um mensalão desfacetado que vai rolar solto até as eleições do ano que vem.
Dilma Vana pode estar jogando tempo e dinheiro fora, uma vez mais, porque político só se importa com ele mesmo. Se qualquer um deles pressentir que Dilma Vana não é boa companhia para o ano que vem, vai pegar o que der para pegar das burras públicas e tratar da própria vida, servindo a outro comprador de consciências que esteja de bem com o eleitorado. Eles se entendem. O Brasil é que não merece.
5 de ago. de 2013
Farra do Senado no Sírio-Libanês
As repórteres Gabriela Guerreiro e Fernanda Odilla, do jornal Folha
de S. Paulo, cavocaram e descobriram que de janeiro a julho deste ano,
sob a batuta do maestro Renan Calheiros, o Senado gastou R$ 5,1 milhões
com o hospital Sírio-Libanês.
Nada mais e nada menos do que R$ 2,1 milhões acima do que foi atirado pro ar no mesmo período do ano passado na tarefa de salvar a pele preciosa de congressistas e seus dependentes, vassalos e até mesmo ex-senadores e seus cônjuges. E quem sabe até seus aconjugados.
A dinheirama foi posta fora com serviços tipo assim consultas, emergências e atendimento complementar a diagnósticos e tratamentos. Enquanto o trabalhador brasileiro circula nos corredores da morte do SUS, como os judeus smilingidos se encaminhavam às câmaras de gás, o Senado trata burro a pão de ló.
Nada mais e nada menos do que R$ 2,1 milhões acima do que foi atirado pro ar no mesmo período do ano passado na tarefa de salvar a pele preciosa de congressistas e seus dependentes, vassalos e até mesmo ex-senadores e seus cônjuges. E quem sabe até seus aconjugados.
A dinheirama foi posta fora com serviços tipo assim consultas, emergências e atendimento complementar a diagnósticos e tratamentos. Enquanto o trabalhador brasileiro circula nos corredores da morte do SUS, como os judeus smilingidos se encaminhavam às câmaras de gás, o Senado trata burro a pão de ló.
A REVANCHE
Como ainda não passa na garganta da primeira-president@ Dilma Vana a falência daquela loja de bugigangas que ela montou nos velhos e bons tempos de empresária em Porto Alegre, seu governo agora, com o dólar a R$ 2,30, vai acabar com a malha brasileira das lojas 1,99. A vingança é mesmo um prato que se come frio.
Como ainda não passa na garganta da primeira-president@ Dilma Vana a falência daquela loja de bugigangas que ela montou nos velhos e bons tempos de empresária em Porto Alegre, seu governo agora, com o dólar a R$ 2,30, vai acabar com a malha brasileira das lojas 1,99. A vingança é mesmo um prato que se come frio.
Sangria diária de R$ 330 mil na Caixa
Cláudio Humberto, o antigo Bateu-Levou de Fernandinho Beira-Collor,
hoje blogueiro lido e relido pela politicalha de todos os quadrantes do
Brasil que toda semana se concentra em Brasília de terças a
quintas-feiras, cutucou a Caixa Econômica Federal com a revelação de que
o "Banco do Povo" perde em média cerca de R$ 330 mil por dia.
O prejuizo é consequência de saques fraudulentos feitos nas contas de seus clientes. Ele conta que entre retiradas feitas com cartão clonado, transferências ilícitas e outras práticas dos ladrões , o porejuizo no primeir trimestre deste ano foi de R$ 29,7 milhões. E o blogueiro comenta com perspicácia: "é como se todos os dias bandidos assaltassem o banco e levassem R$ 330 mil".
Como os ladrões não têm identidade conhecida, há quem acredite que essa sangria pode muito bem estar servindo como cobertura para desfalques e desvios tipo mensalão, marca registrada desse regime de espertezas implantado sorrateiramente em 2002 e hoje praticado às escâncaras, sem nenhum prurido de escrúpulos ou de vergonha. Quem dirá que não?!?
O prejuizo é consequência de saques fraudulentos feitos nas contas de seus clientes. Ele conta que entre retiradas feitas com cartão clonado, transferências ilícitas e outras práticas dos ladrões , o porejuizo no primeir trimestre deste ano foi de R$ 29,7 milhões. E o blogueiro comenta com perspicácia: "é como se todos os dias bandidos assaltassem o banco e levassem R$ 330 mil".
Como os ladrões não têm identidade conhecida, há quem acredite que essa sangria pode muito bem estar servindo como cobertura para desfalques e desvios tipo mensalão, marca registrada desse regime de espertezas implantado sorrateiramente em 2002 e hoje praticado às escâncaras, sem nenhum prurido de escrúpulos ou de vergonha. Quem dirá que não?!?
4 de ago. de 2013
SEMANA DA PÁTRIA
As primeiras e legítimas manifestações de rua promovidas pelas redes sociais pegou de tal jeito esse governo no contrapé que em setembro, em mais uma versão da antiga Semana da Pátria, ninguém duvide se a Dilma Vana abandonar o palanque na Esplanada dos Ministérios e sair no bloco da frente da passeata de manifestantes, brandindo uma cartaz exigindo "Abaixo a Corrupção!".
As primeiras e legítimas manifestações de rua promovidas pelas redes sociais pegou de tal jeito esse governo no contrapé que em setembro, em mais uma versão da antiga Semana da Pátria, ninguém duvide se a Dilma Vana abandonar o palanque na Esplanada dos Ministérios e sair no bloco da frente da passeata de manifestantes, brandindo uma cartaz exigindo "Abaixo a Corrupção!".
O BRASIL PIORA
Boletim médico do Sírio-Libanês diz que Sarney apresenta melhora.
OLHA O TROCO!
Luís Inácio Adams, xará de Lula e advogado-geral da União, acaba de nomear a advogada Carolina Yumi de Souza para a chefia do Núcleo de Atuação Proativa, em São Paulo. Ela foi chefe de gabinete de Cesar Peluzzo, quando ele foi presidente do STF. Terá por missão coordenar a recuperação do dinheiro público desviado por mensaleiros tipo assim Zé Dirceu, Valdemar da Costa Neto e Zé Genoíno. Lui´s Inácio Adams jura de pés juntos que ela vai conseguir. Tá arrumando sarna pra se coçar. Zé Dirceu e seus comparsas podem dar o troco e contar tudo que sabem de Adams e o mafuá paulistano, chefiado pela Rose do seu xará quando primeira-dama do governo Série-B, instalado em São Paulo.
Boletim médico do Sírio-Libanês diz que Sarney apresenta melhora.
OLHA O TROCO!
Luís Inácio Adams, xará de Lula e advogado-geral da União, acaba de nomear a advogada Carolina Yumi de Souza para a chefia do Núcleo de Atuação Proativa, em São Paulo. Ela foi chefe de gabinete de Cesar Peluzzo, quando ele foi presidente do STF. Terá por missão coordenar a recuperação do dinheiro público desviado por mensaleiros tipo assim Zé Dirceu, Valdemar da Costa Neto e Zé Genoíno. Lui´s Inácio Adams jura de pés juntos que ela vai conseguir. Tá arrumando sarna pra se coçar. Zé Dirceu e seus comparsas podem dar o troco e contar tudo que sabem de Adams e o mafuá paulistano, chefiado pela Rose do seu xará quando primeira-dama do governo Série-B, instalado em São Paulo.
Metamorfose Ambulante
Quando o breve metalúrgico Luiz Erário subiu a rampa em 2002 surgiu o Brasil da Silva. Começou ali o regime do "quem não corre voa". Para ser mais preciso, em razão do desdém à educação, começou, na verdade, o regime do "quem não corre avoa".
E enquanto os anos avoavam, a mania nacional de furar filas, de passar os outros pra trás, de "colar" nas provas colegiais, de escamotear iogurte e pasta de dente nos supermercados, foi sendo aprimorada até chegar ao estágio da banalização dos escândalos.
A imoral "estratégia da coalizão pela governabilidade" foi promovida naturalmente da condição de vício a regra geral e direito consuetudinário. Quem não corre avoa! Quem não é esperto é trouxa.
E foi assim que se estabeleceu nesse Brasil da Silva o hábito do mensalão. Os mensaleiros foram surgindo ao natural, assim como quem não quer nada. Primeiro se venderam e deixaram comprar por trinta dinheiros; depois cresceram de tal maneira que cargos e salários públicos viraram moeda de troca e até ministérios se transformaram em moeda corrente.
Toda licitação quer dizer propina, corrupção, engodo; toda obra quer dizer inauguração de pedra fundamental com direito a discurso e foguetório em nome de algo que não será feito. E se feito for, será com preço superfaturado e com jeito de mal-acabado.
Todo anúncio de destinação de verba - sejá lá para o que for - terá no fundo o peso da mão grande, do desvio, da maracutaia.
Uma coisa é inflar o peito e encher a boca alardeando que bilhões foram destinados para a educação, para a saúde, para o transporte, para a segurança, para o PAC que pariu; outra bem diferente - e pelo visto impossível no Brasil da Silva - é os bilhões serem transformados em realizações e serviços de qualidade para os brasileiros.Toda medida governamental será panaceia de crescimento que não consegue esconder a desordem e o regresso.
Agora mesmo, diante do manifesto desagrado dos deputados e senadores, inclusive da chamada base de apoio, a primeira-president@ Dilma Vana amealhou R$ 6 bilhões dos cofres públicos e comprou a velha amizade dos ínclitos congressistas sob o disfarce de emendas parlamentares.
E assim com governistas e opositores enrolados num mesmo pacote de malfeitores por suas constantes malfeitorias, a nação brasileira vai sendo enrolada sem se dar conta de que a falta de programa do governo é devorada pelo plano de poder sem fronteiras entre o certo e o errado, entre o direito e o ilegal.
Tudo por causa da maléfica, da perniciosa influência de um cara que já se confessou, com sereno ar de escárnio como uma "metamorfose ambulante".
E enquanto os anos avoavam, a mania nacional de furar filas, de passar os outros pra trás, de "colar" nas provas colegiais, de escamotear iogurte e pasta de dente nos supermercados, foi sendo aprimorada até chegar ao estágio da banalização dos escândalos.
A imoral "estratégia da coalizão pela governabilidade" foi promovida naturalmente da condição de vício a regra geral e direito consuetudinário. Quem não corre avoa! Quem não é esperto é trouxa.
E foi assim que se estabeleceu nesse Brasil da Silva o hábito do mensalão. Os mensaleiros foram surgindo ao natural, assim como quem não quer nada. Primeiro se venderam e deixaram comprar por trinta dinheiros; depois cresceram de tal maneira que cargos e salários públicos viraram moeda de troca e até ministérios se transformaram em moeda corrente.
Toda licitação quer dizer propina, corrupção, engodo; toda obra quer dizer inauguração de pedra fundamental com direito a discurso e foguetório em nome de algo que não será feito. E se feito for, será com preço superfaturado e com jeito de mal-acabado.
Todo anúncio de destinação de verba - sejá lá para o que for - terá no fundo o peso da mão grande, do desvio, da maracutaia.
Uma coisa é inflar o peito e encher a boca alardeando que bilhões foram destinados para a educação, para a saúde, para o transporte, para a segurança, para o PAC que pariu; outra bem diferente - e pelo visto impossível no Brasil da Silva - é os bilhões serem transformados em realizações e serviços de qualidade para os brasileiros.Toda medida governamental será panaceia de crescimento que não consegue esconder a desordem e o regresso.
Agora mesmo, diante do manifesto desagrado dos deputados e senadores, inclusive da chamada base de apoio, a primeira-president@ Dilma Vana amealhou R$ 6 bilhões dos cofres públicos e comprou a velha amizade dos ínclitos congressistas sob o disfarce de emendas parlamentares.
E assim com governistas e opositores enrolados num mesmo pacote de malfeitores por suas constantes malfeitorias, a nação brasileira vai sendo enrolada sem se dar conta de que a falta de programa do governo é devorada pelo plano de poder sem fronteiras entre o certo e o errado, entre o direito e o ilegal.
Tudo por causa da maléfica, da perniciosa influência de um cara que já se confessou, com sereno ar de escárnio como uma "metamorfose ambulante".
3 de ago. de 2013
Que o PT saia às ruas!
Rui Falcão, o que gostou de presidir um partido político que consegue atrapalhar qualquer regime, até o seu próprio governo, quer repetir a dose de comandar o PT e balançar a pança. Está desesperado porque sua primeira tentativa de botar o PT nas ruas foi um dos fracassos mais retumbantes desse ano de pura politicagem.
E, sem mais o que fazer do que senão bagunçar o governo Dilma, Falcão botou a bico no trombone outra vez e preencheu de asneiras o fim de semana. Quer fazer o que até o próprio partido não tem ânimo nem bandeira de luta para desfraldar:
"Cabe ao PT organizar mobilizações e campanhas massivas, em todo o País, em torno de questões cuciais da vida brasileira..." - e aí vem o disparate! - " como, por exemplo, a democratização das comunicações" - disse essa ave rara da política de balcão.
Quer dizer, o PT precisa sair às ruas - para que Rui Falcão se reeleja como chefe do falecido Partido dos Trabalhadores - e gritar contra a liberdade de expressão; precisa sair às ruas para pedir a volta da censura.
Isto será tipo assim um triste fim de um Policarpo Quaresma do partido que ele está ajeitando para ser só seu, à espreita de que a voz de Lula nas ruas seja pela rouquidão de tudo o que ele próprio está querendo e pensando para o garganteio de presidente de honra da sua facção.
Tomara que Rui Falcão ponha mesmo o seu bloco repressor nas ruas. Só ele não vê - finge que não vê e que não sabe - que o PT perdeu o bonde da História e o discurso pelo caminho.
Se gritar contra a corrupção vai ser como cuspir para o alto. A cusparada vai cair na própria cabeça.
Se bradar contra o governo sem obras, sem moral será como ser catapultado para as beiras da transposição do São Francisco.
Se abrir as baterias contra o regime que brinda a população com os piores serviços públicos essenciais da face da Terra, o PT vai acabar de vez com o próprio PT. Eis que é o governo do PT que nos deve saúde pública, transporte coletivo, segurança, educação de qualidade, justiça e igualdade social.
O PT não tem faixas, não tem posters, não tem pirulitos, não tem bandeira e não tem sequer slogans para enganar o povo de novo. Que o PT então saia às ruas! Mal posso esperar, cumpanheiros!
E, sem mais o que fazer do que senão bagunçar o governo Dilma, Falcão botou a bico no trombone outra vez e preencheu de asneiras o fim de semana. Quer fazer o que até o próprio partido não tem ânimo nem bandeira de luta para desfraldar:
"Cabe ao PT organizar mobilizações e campanhas massivas, em todo o País, em torno de questões cuciais da vida brasileira..." - e aí vem o disparate! - " como, por exemplo, a democratização das comunicações" - disse essa ave rara da política de balcão.
Quer dizer, o PT precisa sair às ruas - para que Rui Falcão se reeleja como chefe do falecido Partido dos Trabalhadores - e gritar contra a liberdade de expressão; precisa sair às ruas para pedir a volta da censura.
Isto será tipo assim um triste fim de um Policarpo Quaresma do partido que ele está ajeitando para ser só seu, à espreita de que a voz de Lula nas ruas seja pela rouquidão de tudo o que ele próprio está querendo e pensando para o garganteio de presidente de honra da sua facção.
Tomara que Rui Falcão ponha mesmo o seu bloco repressor nas ruas. Só ele não vê - finge que não vê e que não sabe - que o PT perdeu o bonde da História e o discurso pelo caminho.
Se gritar contra a corrupção vai ser como cuspir para o alto. A cusparada vai cair na própria cabeça.
Se bradar contra o governo sem obras, sem moral será como ser catapultado para as beiras da transposição do São Francisco.
Se abrir as baterias contra o regime que brinda a população com os piores serviços públicos essenciais da face da Terra, o PT vai acabar de vez com o próprio PT. Eis que é o governo do PT que nos deve saúde pública, transporte coletivo, segurança, educação de qualidade, justiça e igualdade social.
O PT não tem faixas, não tem posters, não tem pirulitos, não tem bandeira e não tem sequer slogans para enganar o povo de novo. Que o PT então saia às ruas! Mal posso esperar, cumpanheiros!
Brasil, o Aprendiz do Futebol
Depois de ser o que foi, o Brasil é um decadente aprendiz do futebol. O Barcelona brincou de jogar bola com o Santos e acachapou uma goleada desmoralizante de 8 a 0, assim como a vovó lá em casa amansa o gatinho de estimação com um novelo de lã.
Neymar, o Rei da Bola aqui no Brasil, não passa de um acanhado coadjuvante de luxo, com cara entristecida e encabulada no meio do elenco reserva do Barcelona. E Neymar já não nos pertence.
Não sobrou mais nada para o Brasileirão que tem como principais protagonistas, dois venerandos e saudosos atletas, Alex do Coritiba e Zé Roberto, do Grêmio.
O Brasil da Silva se revela impoluto uma vez mais. A estratégia da esperteza e da enganação tomou conta também do esporte preferido dos brasileiros.
Assim como na política, onde o slogan e publicidade valem mais do que a realidade, no futebol os administradores se comportam como incapazes espertos e enganadores especializados profissionais da ganância desmedida que enriquecem desmesuradamente enquanto o esporte e país empobrecem.
O Brasil, País do Futebol definha nas mãos de dirigentes incompetentes para o esporte, mas de enorme vocação para viver comendo bola; os árbitros são ajeitadores de resultados e, ao invés de aplicar a lei do jogo salvam no apito a própria pele e roubam a cena de qualquer espetáculo; os treinadores são todos manos que deveriam viver em Luxemburgo, ou em qualquer outro cafundó do mundo esportivo; os craques hoje são traques e os papas da mídia esportiva são os grandes formadores de opinião no país, desde que escondam o que sabem e digam o que a máfia que dirige a CBF, as Federações e os clubes querem que eles digam.
Esses 8 a 0 de um Barcelona brincalhão pra cima do Santos que, um dia, foi de Pelé, demonstram apenas que até no futebol o Brasil da Silva perdeu a vergonha de ser humilhado e que seu povo perdeu a capacidade de indignar-se com quem se apropria de tudo que pertence ao povo, na mão grande do tamanho de estádios bilionários, no achaque, na galhofa desbraguelada.
De minha parte - louco que sempre fui por futebol - vou me dedicar à prática de compassadas caminhadas matinais e a uma leve e bem dosada corridinha aos entardeceres.
Nessa modalidade não preciso me curvar às regras do jogo sujo dessa pandilha que toma conta do Brasil da Silva. Estarei livre desses dominadores implacáveis, tomando todo cuidado - é evidente - com as regras do trânsito maluco que eles nos impingem. Ei, alguém aí quer comprar a minha TV? Tá de barbada, é ótima, mas já não me vale de nada.
Neymar, o Rei da Bola aqui no Brasil, não passa de um acanhado coadjuvante de luxo, com cara entristecida e encabulada no meio do elenco reserva do Barcelona. E Neymar já não nos pertence.
Não sobrou mais nada para o Brasileirão que tem como principais protagonistas, dois venerandos e saudosos atletas, Alex do Coritiba e Zé Roberto, do Grêmio.
O Brasil da Silva se revela impoluto uma vez mais. A estratégia da esperteza e da enganação tomou conta também do esporte preferido dos brasileiros.
Assim como na política, onde o slogan e publicidade valem mais do que a realidade, no futebol os administradores se comportam como incapazes espertos e enganadores especializados profissionais da ganância desmedida que enriquecem desmesuradamente enquanto o esporte e país empobrecem.
O Brasil, País do Futebol definha nas mãos de dirigentes incompetentes para o esporte, mas de enorme vocação para viver comendo bola; os árbitros são ajeitadores de resultados e, ao invés de aplicar a lei do jogo salvam no apito a própria pele e roubam a cena de qualquer espetáculo; os treinadores são todos manos que deveriam viver em Luxemburgo, ou em qualquer outro cafundó do mundo esportivo; os craques hoje são traques e os papas da mídia esportiva são os grandes formadores de opinião no país, desde que escondam o que sabem e digam o que a máfia que dirige a CBF, as Federações e os clubes querem que eles digam.
Esses 8 a 0 de um Barcelona brincalhão pra cima do Santos que, um dia, foi de Pelé, demonstram apenas que até no futebol o Brasil da Silva perdeu a vergonha de ser humilhado e que seu povo perdeu a capacidade de indignar-se com quem se apropria de tudo que pertence ao povo, na mão grande do tamanho de estádios bilionários, no achaque, na galhofa desbraguelada.
De minha parte - louco que sempre fui por futebol - vou me dedicar à prática de compassadas caminhadas matinais e a uma leve e bem dosada corridinha aos entardeceres.
Nessa modalidade não preciso me curvar às regras do jogo sujo dessa pandilha que toma conta do Brasil da Silva. Estarei livre desses dominadores implacáveis, tomando todo cuidado - é evidente - com as regras do trânsito maluco que eles nos impingem. Ei, alguém aí quer comprar a minha TV? Tá de barbada, é ótima, mas já não me vale de nada.
1 de ago. de 2013
TÍTULO E SUBTÍTULO
Estranho o jeito de fazer jornal nesse país. Eis a manchete que toma conta dos espaços nas melhores casas do ramo: "Congresso retoma trabalhos nesta quinta-feira". Cegueira voluntária. A manchete deveria ser "Congressistas voltam ao Congresso depois de férias ilegais e são demitidos por abandono de emprego". E o subtítulo bem que deveria ser mais ou menos assim: "Todos serão processados e condenados por justa causa. Devolverão o dinheiro que esbanjaram dos cofres públicos".
Estranho o jeito de fazer jornal nesse país. Eis a manchete que toma conta dos espaços nas melhores casas do ramo: "Congresso retoma trabalhos nesta quinta-feira". Cegueira voluntária. A manchete deveria ser "Congressistas voltam ao Congresso depois de férias ilegais e são demitidos por abandono de emprego". E o subtítulo bem que deveria ser mais ou menos assim: "Todos serão processados e condenados por justa causa. Devolverão o dinheiro que esbanjaram dos cofres públicos".
Faça no caldeirão deles, faça!
Cuidado! O Brasil continua correndo o sério risco de ser propriedade
da mesma pandilha de sevandijas de sempre. E daqui pra frente o risco é
maior ainda. Os governistas, homiziados em seus partidos ambidestros, já
perceberam que, mesmo com a inércia da oposição - uma espécie de sua
alma gêmea - podem estar a um passo do deslizamento eleitoral no ano que
vem.
Isso quer dizer o quê? Tudo, menos um programa sério de governo; tudo menos seriedade; tudo menos moral e honestidade de propósitos e de atiutudes.
Isso quer dizer então que, diante da ameaça de mudança dos rótulos, o melhor mesmo é aproveitar a ocasião. Frente à agonia de ver a fonte secar, o melhor é ir com sede ao pote. Fique certo, você aí candidato a rebelde com causa das próximas manifestações populares pacíficas e indignadas, esta temporada de caça ao tesouro e de pura fisiologia já começou.
Até outubro do próximo ano, os caras-pálidas farão de tudo para enganar os peles-vermelhas. E como John Wayne já era, cada um de nós tem que assumir o papel de um Indiana Jones. E se alguém cair nas malhas e armadilhas dessas poderosas tribos de ambição desmedida, só resta uma saída: satisfazer as necessidades fisiológicas dentro do caldeirão. Pelo menos você estragará a sopa desses selvagens.
RODAPÉ - O pior dessa história da vida real é que esses devoradores da politicalhada brasileira comem de tudo.
Isso quer dizer o quê? Tudo, menos um programa sério de governo; tudo menos seriedade; tudo menos moral e honestidade de propósitos e de atiutudes.
Isso quer dizer então que, diante da ameaça de mudança dos rótulos, o melhor mesmo é aproveitar a ocasião. Frente à agonia de ver a fonte secar, o melhor é ir com sede ao pote. Fique certo, você aí candidato a rebelde com causa das próximas manifestações populares pacíficas e indignadas, esta temporada de caça ao tesouro e de pura fisiologia já começou.
Até outubro do próximo ano, os caras-pálidas farão de tudo para enganar os peles-vermelhas. E como John Wayne já era, cada um de nós tem que assumir o papel de um Indiana Jones. E se alguém cair nas malhas e armadilhas dessas poderosas tribos de ambição desmedida, só resta uma saída: satisfazer as necessidades fisiológicas dentro do caldeirão. Pelo menos você estragará a sopa desses selvagens.
RODAPÉ - O pior dessa história da vida real é que esses devoradores da politicalhada brasileira comem de tudo.
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