Ah, bom. Então agora só falta dizer para o Fernando Hadad que ele precisa recuperar o dinheirão que o MEC pagou pela cartilha do Kit-Gay e aplicá-lo imediatamente em pesquisa e educação séria.
Hadad já é conhecido nos corredores palacianos como o ministro fashion da República: a todo momento ele coloca a primeira-presidenta Dilma numa saia justa.
Ninguém entendeu até agora porque Dilma não incluiu Hadad no kit que, em boa hora, acabou de tirar de circulação. Deve estar esperando mais um fracasso na prova do Enem. Ou, se você ainda não sabe, ela não defenestra Fernando Hadad pela mesma razão que não descarta Antonio Calocci do Barraco Civil da Presidência: Seu Encarnado não deixa.
Chega a doer no fundo da alma a crueldade que o Seu Encarnado - Aquele que não desencarna da Presidência da República - perpetrou para cima da durona mais ingênua da Historia do Brasil, a primeira-presidenta Dilma Rousseff.
Fazendo-se de mero companheiro-conselheiro, o Alter Ego lulático foi mais que uma rima para a velha guerrilheira Dilma cansada de guerra: ele foi bom e batuta.
Botou-lhe na cabeça, com o que apreendeu ouvindo alguém lhe narrar trechos do manual de políticagem "O Príncipe", do florentino Nicolau Maquiavel, que ela deveria despir-se de toda e qualquer vestimenta ética e moral, para defender o vertiginoso sucesso do Programa de Aceleração do Crescimento do Patrimônio de Calocci como se fosse uma questão de Estado e não um caso de polícia.
Imagem captada no Google
Com isso ressurgiu, para todos os efeitos e para todas as camadas da população e da casta dos políticos brasileiros, como o verdadeiro presidente do que, até agora, vinha sendo apenas um governo invisível. Foi uma maldade; uma perversidade.
Causa uma enorme sensação de piedade em quem ainda tenha coração para esses alquimistas do poder, a lastimável situação em que Dilma hoje se encontra.
Dilma - A Breve, nem chegou a presidir o Brasil. Hoje, cinco meses apenas depois de receber a faixa presidencial, já a repassou por baixo dos panos ao Seu Encarnado. Desceu a rampa.
Sua condição a partir dessa bandalheira é de uma simples, digamos, recepcionista do verdadeiro rufião dessa enorme casa de tolerância em que transformaram o Brasil, um misto de paraíso e de bordel com mais de 190 milhões de frequentadores e rampeiras, todos sempre dispostos a sustentar os gigolôs e prontos para as ressacas de mais uma grande farra.
Prensada pela voz rouca das ruas, pela indignação e pelo poder de barganha das bancadas religiosas do Congresso Nacional, contra o kitgay do Ministério da Educação, a primeira-presidenta Dilma determinou que daqui pra frente tudo vai ser diferente: os editores ministeriais vão aprender a ser gente.
Todo e qualquer material sobre costumes, comportamento social, essas coisas de somenos num país como o nosso, passarão pelo crivo da Secretaria de Comunicação do Palácio. Quer dizer, vão ser tesourados pela equipe de Helena Chagas. Eis, então, que dona Solange está de volta. Dessa vez para conter os arroubos intelectualóides de um ministério que gosta de ensinar errado.
O espadachim francês Dominique Strauss-Kahn está em prisão domiciliar. Conseguiu um cantinho para morar em Nova Iorque, bem como convém a um comedor de camareiras que não sabem a diferença entre um boquete simples e um bouquet de flores. A nova residência do ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional é uma casa avaliada em US$ 14 milhões e com um aluguel de mais de US$ 50 mil no bairro nova-iorquino de Tribeca. Daqui a dois anos, ninguém duvide, ele poderá vir a ter como vizinho do Pimenta Neto que, desde ontem está habitando uma cela da penitenciária em Tremebé.
De novo, Neymar fez quase tudo sozinho. O jogo terminou 1 a 0 para o Santos contra o Cerro Portenho pela Libertadores porque, ao invés de ele mesmo fazer os gols, resolveu deixar quatro ou cinco vezes os companheiros cara a cara com o goleiro paraguaio.
Zé Eduardo, já vendido para o Genoa, da Itália, passou uma vez mais em brancas nuvens só para irritar a torcida de poetas do Santos. Levou a culpa pelas chances que perdeu e pelos gols que os outros não fizeram. Saiu de campo vaiado. Nem deu bola, já está acostumado.
Aí, veio o Luiz Álvaro Ribeiro para a frente dos microfones e, do alto de sua investidura como presidente do clube, defendeu o atacante mais regular do time em matéria de ineficiência:
- Sou contra as vaias. Torcida precisa incentivar. Jogador não é perfeito. Se fosse perfeito, seria Deus. Perdemos gols, mas só perde gols quem tenta.
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Pronto, agora só falta avisar ao grande filósofo contemporâneo peixeiro que se a torcida só pudesse aplaudir e incentivar, não seria torcida; seria uma claque. Ou, na mais corriqueira das hipóteses, seria o único grupo de manifestantes que não provoca azia em certos tipos de dirigentes no Brasil.
Bolas, uma torcida que aplaude a inoperância de um Zé Eduardo, faz o quê com o futebol de Neymar?!? Caramba, a vaia é o aplauso de quem não gosta, já dizia o feérico falecido multimídia Carlos Imperial.
O governo e membros flácidos de órgãos públicos e notórios disseram ontem (25) que desconheciam ameaças de morte aos líderes extrativistas José Claudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo da Silva, mortos na segunda-feira em Nova Ipixuna, a 481 km de Belém, no Pará.
Juntos, como faz bem aos seus refluxos intestinos, a Secretaria Estadual de Segurança Pública, a Ouvidoria Agrária - ligada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário-, o Ibama e o Incra juraram de pés juntos e sem medo de morrerem abraçados que não tem, nem nunca tiveram registros anteriores de denúncias.
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O casal de extrativistas. Mortos a tiros na segunda-feira por quem só o governo não sabe.
Pois os prepúcios - epa! - prepostos desses órgãos tiveram a desfaçatez de ir ao velório do casal, realizado nesta quarta-feira em Marabá, no sudeste paraense. De terno e gravata, acompanhados de agentes da Polícia Federal, atraíram a enojada atenção das dezenas de pessoas que estavam no simplérrimo cerimonial fúnebre.
Saíram todos de lá incólumes. Estão todos aí, vivinhos da Silva para contar a história que, como bons canastrões, protagonizaram com a mesma indiferença fatal de todos os roteiros que produzem.
Seu Encarnado, o que não desencarna do governo, estava com azia uma vez mais.
E então, sem que ninguém lhe perguntasse, responsabilizou a imprensa pelo sucesso meteórico do Plano de Aceleração de Crescimento do Patrimônio de Calocci:
"No meu governo, eu comecei a apanhar depois de um ano e seis meses. O bombardeio ao governo da Dilma começou muito cedo, primeiro quando a imprensa começou a dar matérias me separando dela. Agora, com esse ataque ao Palocci, estão testando a Dilma, porque ele é seu principal ministro".
Quem tem um ministro assim, não precisa temer que Fernandinho Beira-Mar saque o celular lá em seu gabinete no presídio de Campo Grande e mande assaltar os cofres da República.
O Brasil chegou a um tal ponto de indignidade governamental que Dilma só tirou de circulação o kit gay que o Ministério da Educação já se preparava para distribuir indiscriminadamente às escolas brasileiras para salvar a pele de Antonio Calocci.
As bancadas religiosas chantagearam o governo ao melhor e mais merecido estilo de crime organizado: trocaram a disseminação da frescura pela consolidação da desonestidade. Entre a cruz e a espada, Dilma mandou reestudar a cartilha que não leu e não gostou.
Na verdade, Dilma preferiu Calocci a Hadad, um dilema sem qualquer dificuldade para ela. Os dois ministros lhe foram cafungados no cangote por Lula. A diferença é que Calocci é mais competente na arte da desgovernança.
Enquanto Fernando Hadad não conseguiu até hoje realizar sem sobressaltos uma simples prova do Enem, Calocci obteve um sucesso fenomenal no Plano de Aceleração do Crescimento de seu patrimônio. Mas ela que não se vanglorie muito disso, não: o êxito de Antonio Calocci tem muito a ver com o seu know how. Ele é repetente. Mais que isso, reincidente.
Nuncanahistoriadessepaís um governo foi tão refém de chantagistas. Andam trocando até um Palocci por uma cartilha dita de inspiração gay.
A primeira-presidenta, diante das ameaças de que bancadas religiosas chamariam Calocci para depor sobre seu vertiginoso sucesso no Plano de Aceleração do seu Patrimônio, resolveu chamar a turma do Ministério da Educação para enfiar o Gibi no saco.
A campanha de retorno do Seu Encarnado à Presidência da República em 2014 está mais forte do que nunca.
Se o vice de Dilma fosse outro, mais petista que caroneiro, o sucesso retumbante do Plano de Aceleração de Cresci-mento do Patrimônio de Calocci já tinha sido encaminhado pelo fogo amigo para o impeachment da primeira-presidenta. Até 2014 eles vão assando sua batata em fogo brando.
Agora que às segundas-feiras o Café com o Presidente é com a Presidenta, não se pode perder uma chancezinha sequer de transbordar os ouvidos com as besteiras de Lula.
Ontem mesmo, no almoço com senadores do partido dos ricos, o PT que ele honradamente preside, o Seu Encarnado foi hilário uma vez mais ao tentar defender o indefensável: "É natural o interesse de tantas empresas em contratar esse Pelé".
"Esse Pelé" é, para Lula, ninguém mais nem menos do que Antonio Calocci - imbatível na arte de fazer gol contra. Logo vai chegar ao milésimo e sem sofrer penalidade.
Primeira-presidenta Dilma, durante o encontro com ministros da Al-Qaeda alocada: "Não quero tratar desse assunto. Não vou misturar os temas".
Assim com o seu lado sargentão de ser ela desviou o assunto sobre o sucesso estrondoso do Plano de Aceleração do Crescimento do Patrimônio de Calocci, fingindo que não se livra do olheiro de Lula no seu governo porque Seu Encarnado ficaria brabo com ela e, afinal, é ele quem mais entende da matéria.
Ao não tratar do assunto, Dilma se faz conivente com tudo que depõe contra a probidade do chefe do Barraco Civil da Presidência da República. O Brasil que se lixe.
Foto/Stuckert F°/PR
Dilma deixando o PAC de Calocci pra lá, fala com ex-ministros do meio-ambiente sobre a natureza e suas circunstâncias.
Este ambiente inspirado no ex-presidente Lula e na ex-primeira dama Marisa Letícia traz objetos pessoais do casal. A Casa Cor - um dos eventos mais requintados do Brasil e voltado para clientes de alto poder aquisitivo - começou nesta terça-feira (24.5), no Jockey Club de São Paulo. Nada mais burguês, nem tão rico quanto inspirar-se no padrão de vida do presidente de honra do Partido dos Trabalhadores. No mundo inteiro, só o Brasil tem o privilégio de ter um Pai dos Pobres que pertence à elite e vive no mais luxuoso padrão da Classe Alta.
Quase onze anos após cometido o crime, o Supremo Tribunal Federal determinou, até que enfim, a prisão de Pimenta Neves, jornalista, chefete ciumento e virulento do Jornal O Estado de S. Paulo que não tem nada a ver com isso..
Ele deverá cumprir 15 anos de reclusão em regime fechado pelo assassinato a sangue frio da namorada Sandra Gomide, jornalista também, muito mais moça e muito mais bonita do que o bagulhão a quem já não queria mais namorar.
O crime foi cometido no dia 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, interior de São Paulo.
Agora, atendendo a sugestão da ministra Ellen Gracie, o ministro Celso de Mello determinará ao juiz de Ibiúna a imediata execução da pena. "É chegado o momento de cumprir a pena", sentenciou genialmente o notável, cioso e paciencioso Celso de Mello.
No provável caso de a polícia bater com a cara na porta e não encontrar o condenado, o plano B era tomar informações com Mizael Bispo dos Santos, o foragido acusado de matar a ex-namorada Mércia Nakashima. O modus operandi estava entre o genérico e o similar.
Mas, não. Não foi preciso o Plano B, é que Pimenta não é Mizael; é jornalista e não é Bispo. Entregou-se, sorridente e já passou a primeira noite de todas as noites que completarão os 23 meses que vai cumprir da pena de 15 anos que lhe foi imposta pela lentidão da Justiça brasileira.
Fernando Pimentel, mais que ministro do Desenvolvimento, amigo velho de Dilma, acaba de ser denunciado pela 4ª Vara de Feitos da Fazenda Pública Municipal de Belo Horizonte. A acusação é de improbidade administrativa.
Parece pouca coisa, mas não é. As denún-cias, do tempo em que Pimentel era prefeito da capital das Minas Gerais, vão de desvio de recursos públicos a superfatu-ramento de obras; de financiamento de campanha com recursos públicos a dispensas indevidas de licitação para contratação de obras de construção de habitações populares.
Na ação, o Ministério Público pediu a condenação por improbidade administrativa e quis mais ainda: exigiu o ressarcimento do patrimônio público.
A decisão foi em primeira instância e, então, como de hábito e de lei no Brasil, ainda cabe recurso. Até prova em contrário, Pimentel é inocente.
Mas a condenação em primeiro estágio, serve como currículo ideal para Fernando Pimentel assumir o lugar de algum ministro de quem tenham puxado a escada e esteja pendurado no pincel... Um Totonho Calocci, por exemplo.
Pimentel acaba de ser agraciado pelo Ministério Público de BH com o perfil ideal para chefe do Barraco Civil da Presidência da República. Agora, Dilma está bem à vontade para decidir o que Lula deixar que ela decida.
A única manifestação meio-pública, meio-escamada de Lula sobre o sucesso meteórico do Plano de Aceleração do Crescimento do Patrimônio de Calocci, depois daquele murro em cima da mesa lá no Panamá mandando que Zé Dirceu e Berzoíni parassem com o fogo amigo, foi essa frase de efeito:
"Falta a Dilma uma própria Dilma".
Isso quer dizer que só agora ele confessa mais uma de suas grandes maldades para cima do povo brasileiro. Aproveitou-se do milagre fajuto de sua popularidade comprada a peso de bolsa-famiglia e fez o povo eleger ninguém, absolutamente ninguém, para o seu lugar.
Se "falta a Dilma uma própria Dilma", então falta tudo. Era o que ele mais precisava para ocupar o seu lugar no Palácio do Planalto.
Agora se sabe pelo próprio Lula: a cadeira está vaga e a sua espera para 2014. Foi assim que ele sempre elucubrou; que ele sempre quis.
De uma certa maneira, a declaração do Seu Encarnado - o que não desencarna do governo - nos provoca um sentimento de tranquilidade. Não há ninguém na direção desse País.
A gente só não tinha notado que a nação vive uma vacância presidencial, porque o Brasil não precisa de presidentes do tamanho e do feitio desses aí que o país tem tido para seguir em frente. Nesses tempos bicudos - diria Quintana - o Brasil só tem corrido o risco de ir à falência, à bancarrota total, quando tem alguém ocupando o gabinete da Presidência.
Está assim ó, de conselheiros republicanos da primeira-presidenta Dilma, à cata de "quadros" honrados, sinceros e puros para, numa eventual catástrofe da mãe natureza, substituir Totonho Calocci na chefia do Barraco Civil da Presidência da República.
Tempo perdido. É procurar uma agulha que nunca foi perdida num palheiro; é malhar em ferro frio; é dar com os burros n'água.
Não encontram no PT, no PMDB, nos ninhos tucanos, nos domínio DEMoníacos, nem nos nanicos que formam a Al-Qaeda alocada do governo ainda em curso.
Deixa o Calocci lá que, daqui a a uma semana a gente manda rezar a Missa de 7° Dia e a memória nacional vai pros cafundós do Judas.
Ninguém melhor do que Totonho Calocci para mostrar a cara do submundo que se infiltrou nos poderes constituídos da situação nacional. Ele "tem trânsito com todo mundo"; ele "já deu todas as explicações"; ele não deixa dúvidas "quanto a sua lisura" e, afinal, ele é o cara do Cara no governo Dilma.
O FUNDO Do JB Online: Oxi mostra que o fundo do poço ainda não chegou. Clínica do Rio atende primeiro usuário da nova droga. Quer dizer, primeiro usuário que foi se tratar. E não, ainda não chegou o fundo do poco, agora só falta os caras se viciarem em cianureto.
Foto: Arquivos implacáveis sanatoriais
Jornalistas Jesus Afonso e José Cruz, no Clube de Imprensa-Brasília, preparando um pacote de bondades para reforçar a campanha "Se beber, não dirija".
SE BEBER... Caiu na rede: Teste do bafômetro pode não bastar para atestar embriaguez. MPF pode requerer a realização de outros exames.
O que já tem de pinguço saindo ao armário não tá no Gibi: querem porque querem o teste de toque. Isso apenas confirma a sabedoria popular de que de bêbado não tem dono. Diante disso, o jornalista Jesus Afonso, conselheiro gremista e arguto crítico social, já descobriu o caminho das pedras: - O problema dessa novidade é que agora mesmo é que os caras vão querer beber todas para depois dirigir.
BRASIL DE TODOS OS SANTOS Não é nada, não é nada, não é nada mesmo: com a beatificação de Irmã Dulce, o Brasil agora tem 38 candidatos a santo. Grandes coisas, Deus é brasileiro há muito tempo. E o filho d'Ele aqui de Guaranhuns já nos regeu, guardou, iluminou e governou por oito anos.
DESCRÉDITO Grupo usa nome de Dilma para pedir Comissão da Verdade. Cá pra nós, agora mesmo é que essa turma não merece a menor credibilidade.
AR ENCANADO Está nos jornais: o ar-condicionado do Planalto volta a incomodar Dilma. Não é teoria da conspiração nem nada, mas desse jeito aquela pneumonia leve só vai fazer bem à corrente de ar majoritário que circula pelo Palácio do Planalto, desde que Dilma chegou lá.
NAS MESMAS Governo flexibiliza regra do Código Florestal a um dia de votação no Congresso. Isso quer dizer o seguinte: se Marina fosse a presidenta, nada seria diferente.
FÁBULA HOSPITALAR Lobão Filho deixa de respirar por aparelhos, mas continua na UTI. Médicos e enfermeiras de plantão garantem que não perguntou pela vovózinha, mas que teria esboçado um sorriso quando lhe disseram que Chapeuzinho Vermelho queria saber como é que ele estava. Dormiu tranquilo quando soube que seu tratamento é pelo SUS.
DELAÇÃO O Supremo Tribunal Federal marcou julgamento do caso Cesare Battisti para 1º de junho. Melhor seria não ter delatado essa notícia. Lula agora já ficou sabendo.
Pegou mal. Paul McCartney fez dois shows no Brasil com 45 mil pessoas em cada um, ficou quase uma semana no Rio de Janeiro, disse que gostou muito e coisa e tal, mas não visitou nenhuma favela carioca. Isso não é coisa que se faça. Uma esnobação. Oh, my Lord!Só porque é Sir, não precisava gelar a plebe. Um desaforo.
Mesmo sem serem convidados e talvez até por isso mesmo, o prefeito Eduardo Paes e o governador Sérgio Cabral juraram de pés juntos e mãos dadas que nunca mais comprarão um DVD sequer e nem mesmo um reles CDzinho "desse Beatle velho e carcomido".
Murmurava-se pelos bastidores, que a dupla Paes-Cabral já está até achando que o jeito brasileiro de Paul McCartney falar foi bem pior que o sotaque de Henry Sobel, aquele rabino colecionador de gravata das melhores lojas do ramo.
Vale a pena ver de novo. Não faz bem ao estômago de nenhum reles mortal brasileiro. Faz bem ao fígado dessa gente que diz uma coisa e faz outra. Esse protagonista inicial, Henrique Fontana, que nesse vídeo de agosto de 2009 concede entrevista à velha repórter Ana Amélia Lemos, hoje senadora da RBS - a globinho gaúcha - era um dos comandantes da tropa de choque do Seu Encarnado - aquele que não desencarna da Presidência.
Depois aparece a figura impoluta de Paulo Paim, que tinha um discurso afinado e bem articulado, mas para quem bastou Dilma virar primeira-presidenta para que enfiasse a viola no saco e engolisse o palavreado que o elegeu e reelegeu tantas e tão diversas vezes.
Hoje, no Brasil dessa pandilha, um presidiário é brindado com o auxílio-reclusão de R$ 862 mensais, enquanto o salário do aposentado que trabalhou a vida inteira foi imposto por Dilma em R$ 545.
Se matarem na cadeia o estuprador, assassino ou coisa que o valha similar à laia dos mentirosos oficiais do Estado, a família dele fica recebendo a pensão de R$ 862. Em caso de morte do aposentado honesto, a sua família ganha o direito à magnânima pensão de R$ 545.
Não pergunte quanto é a bolsa-anistia, nem a pensão-papagaio do Araguaia, nem as aposentadorias de Lula, de FHC, de seus genéricos, similares e muito menos de nenhum desses legisladores de meia tijela para nós e de prato cheio para seus próprios bandos.
Não esqueça, porém, que FHC foi o criador do maquiavélico Fator Previdenciário, nem que foi Lula quem o arte-finalizou ensinando-o a caminhar e jamais, nunca, jamais deixe de lembrar que agora Dilma Rousseff é a mãe desnaturada do monstrengo que atormenta a vida da maioridade-desamparada.
Nenhum dos três personagens desse filme pornopolítico sequer abre a boca nos dias de hoje para tocar no assunto. Seus salários são um pouquinho maiores que o auxílio-reclusão e a aposentadoria-pé na cova dos aposentados e pensionistas da im/Previdência Social.
Eis que nem tudo está perdido. Ouço o velhinho sobrevivente, aqui da casa ao lado, obrigado a juntar aos seus ganhos de aposentado os trocados que seus filhos e netos lhe alcançam: com o fôlego que ainda tem nos pulmões, ele estertora no jardim da casa do genro, onde mora:
RODAPÉ - às vésperas da eleição que consagrou a primeira mulher presidenta do Brasil, a velhacaria que tomou para si o Sindicato Nacional dos Aposentados, foi às TVs do Brasil para dizer que votariam na candidata de Lula, a promissora Dilma Rousseff. (Esse vídeo também está no You Tube).
Há exatamente quatro meses, a primeira-presidenta Dilma resolveu a hecatombe que destroçou a região Serrana do Rio de Janeiro. Pergunte às vítimas da Natureza que se rebelou contra o governo popular do Brasil como vai a vida por lá nesses tempos pós-carnaval e se Páscoa é mesmo ressurreição. Não pergunte em quem eles vão votar na próxima eleição. Inútil, seus títulos eleitorais continuam soterrados.
O governo prepara-se para "guerra política" no escandalo do Plano de Aceleração de Crescimento do Patrimônio de Calocci.
Pura pirotecnia da velha retórica petista. Transforma em atacantes os opositores e, de bandido, vira mocinho.
Nesse caso, a estratégia é totalmente equivocada. Os governistas - em temerosa obediência aos puxões de orelha e brados de Lula - estão agora de calças na mão transferindo o bombardeio para as fileiras dos adversários.
Besteira, a oposição não precisa ser atacada. Já morreu e não sabe. A guerra foi deflagrada pelos paulistanos majoritários. Fosse lá pelas bandas do Rio Grande do Sul, os belicosos diriam que culpar os opositores é "queimar pólvora em ximango".
Quem precisa de combate é o pelotão do fogo amigo. Esse sim, está na ativa. E de prontidão na trincheira. A ex-guerrilheira Dilma já começa a encolher-se na casamata, diante da decidida ofensiva dos partisans do velho PT de guerra rumo ao Palácio em 2014.
O petista majoritário e ex-ministro da Casa Civil Zé Dirceu saiu em defesa do atual habitante do barracão estatal, Antonio Palocci. Em seu blog pessoal, ele afirmou que a repercussão da revelação do enriquecimento patrimonial de Palocci é "mais uma crise forjada".
Dirceu, blogueiro contumaz e consultor de tudo um pouco que dê muito para poucos, sabe do que está falando. Apenas reverbera o som de seu amigo, irmão, companheiro e líder, Seu Encarnado - o que não desencarna da Presidência - quando desceu a rampa do Palácio prometendo que ia se dedicar integralmentre a demonstrar que "o mensalão é uma farsa".
Até agora, porém, a defesa dos 40 mensaleiros ainda não encontrou espaço no rol das roupas sujas da lavanderia "Palestra Enxuta".
O vídeo demonstra bem melhor porque Dirceu tem tudo para baixar a bengala em favor de Toninho Calocci, chefe do Barraco Civil da Presidência da República. Não perca essa velha atração. Vale a pena ver de novo. Clique na seta e acerte no alvo.
O senador Humberto Costa, no estrito cumprimento do seu dever como líder do PT, saiu em defesa de Antonio Calocci nesse caso do PAC - Plano de Aceleração do Crescimento de patrimônio. Tem currículo e know how de sobra.
Matéria da Agência Brasil - órgão de comunicação do governo - sobre o Enem.
Inscrições para o Enem 2011 começam hoje Amanda Cieglinski Repórter da Agência Brasil
Brasília – A partir das 10h de hoje (23), estudantes interessados em participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011 podem se inscrever no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). O processo segue até as 23h59 do dia 10 de junho, exclusivamente pela internet.
As provas serão aplicadas nos dias 22 e 23 de outubro. A previsão do Inep é que o número de inscritos passe dos 5 milhões. O valor da taxa é de R$ 35, mas estudantes que estão concluindo o ensino médio em escola pública não pagam.
Em 2009, o MEC deu início a um projeto de substituição dos vestibulares tradicionais pelo Enem como forma de ingresso na universidade. A partir do resultado da prova, os alunos se inscrevem no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e podem pleitear vagas em instituições públicas de ensino superior de todo o país. No ano passado, foram ofertadas 83 mil vagas em 83 instituições, sendo 39 universidades federais.
A participação no Enem também é pré-requisito para os estudantes interessados em uma bolsa do Programa Universidade para Todos (ProUni). Os benefícios são distribuídos a partir do desempenho do candidato no exame e podem ser integrais ou parciais, dependendo da renda da família. Para participar do programa é necessário ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou em colégio privado com bolsa integral.
A matriz com os conteúdos que serão cobrados na prova estão disponíveis em edital publicado na última semana no Diário Oficial da União.
RODAPÉ - Na verdade, o Inep calcula em mais de 6 milhões de inscrições. Mas não gosta de superfaturar certos números. Isso vai deixar, assim por baixo, nos cofres do instituto, coisa de R$ 200 milhões. Depois é só encomendar mais uma coleção de livros que ensinam errado. O Inep ainda não disse se os candidatos pode escrevinhar as prova de portugues do jeito que eles fala.
Michel Temer diz que Antonio Calocci, ministro do Barraco Civil da Presidência da República vai se explicar sobre seu Plano de Aceleração do Crescimento de seu patrimônio. E Paulo Maluf vai mais longe, diz que confia plenamente na integridade de Calocci.
Pronto, tá tudo dominado. Não precisa mais CPI, nem o Ministério Público meter o bedelho na maracutaia, nem muito menos a Polícia Federal ou a Procuradoria Geral da República bisbilhotarem os mais notórios e rentáveis negócios imobiliários e serviços de consultoria do representante de Lula no governo Dilma. E vamos à cata de outro escandalo que esse já é matéria requentada.
Se Antonio Calocci permanecer como ministro-chefe do Barraco Civil da Presidência da República, ele que agradeça à brabeza de Lulalá numa lavanderia da rede Palestra Enxuta, no Panamá.
Sob os auspícios da insentíssima Odebrecht, Seu Encarnado - o que não desencarna do governo Dilma, deu um soco na mesa e bradou retumbante que "isso é coisa do Serra e de gente dele na prefeitura"!
E mandou Zé Dirceu e Berzoíni jogarem logo essa versão na pá do ventilador. Pronto, os dois murcharam as orelhas porque o outro estava falando - que nesses tempos de hoje essa espécie fala - e engoliram em seco o sapo barbudo que Brizola - quando também falava - não conseguia digerir.
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E assim é que, com o beneplácito da primeira-presidenta Dilma, Calocci vai navegando em águas turvas que já se enca-minham para o mesmo mar vermelho e sereno de sempre.
Ali ficará boiando, até que mergulhe em mais uma traquinagem, para desespero e destempero do Seu Encarnado, outra vez.
É sempre assim, Lula fica possesso quando seu pares bancam os ímpares e acabam desmascarados.
E então, mais do que nuncanahistoriadessepaís, continua sendo uma vergonha roubar e não poder carregar. Se puder... tá valendo!
Agentes da Ala de Saúde Política aqui do Sanatório da Notícia descobriram agora que Dominique Strauss-Kahn relaxa e goza em prisão domiciliar e eletrônica nos Estados Unidos porque, como diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, não teve competência para multiplicar por 20 sua fortuna em quatro anos apenas.
Aquela história de que Strauss-Kahn ofereceu um bouquet de flores para a camareira do hotel e ela entendeu como se fosse um boquete, foi detonada por fogo amigo de uma turminha majoritária dentro do próprio FMI que queria o cargo que o grande espadachim ocupava até a semana passada.
A assessoria de marketing de Strauss-Kahn já teria iniciado conversações com os auxiliares mais próximos de Calocci para saber se ele tem interesse de, em caso de tempo vago nos próximos dias, ir ministrar aulas em um cursinho intensivo sobre o Plano de Aceleração do Crescimento de patrimônio, na residência novaiorquina do garanhão francês.
Enquadre Antonio Calocci em uma das três opções: 1) Enriquecimento ilícito de agente público; 2) mistureba de interesses públicos e privados; 3) mero e habitual envolvimento de um ministro em irregularidades.
Seja qual for a sua opção, mesmo que você considere as três como certas, ainda que politicamente incorretas, com certeza você não se espantará quando Dilma autorizar o combate "sem tréguas" ao crime organizado e a Polícia Federal sair à cata de bandidos pelas ruas...
Você ficaria de queixo caído diante de tanta mão e roupa suja se os Intocáveis deflagrassem a Operação Lavanderia nos palácios, pelos ministérios e nos organismos estatais.
Ei Chico Buarque de Hollanda - acorda amor! - canta aí outra vez "Chame o ladrão! Chame o ladrão! Chame o ladrão!".
Começaram os campeonatos da baba e dos veteranos em franca atividade no Brasil.
E agora o torcedor brasileiro que tem medo de ir aos estádios e ser atropelado pelas hordas das torcidas organizadas, já vai sentir na pele o que significa mesmo aquela briga das redes de TV que guilhotinou o Clube dos 13, organismo da mesma laia dos seus carrascos.
Para você que ainda não caiu no conto dos canais a cabo, vai sobrar sempre a transmissão do rebotalho das rodadas dessa competição de cabeças de bagre misturadas com refugos que já não enganam mais ninguém lá fora e retornaram como garotos-propaganda para uma boa festa de despedida do futebol que já lhes deu adeus há muito tempo.
Para você, tolo pressionado pela ditadura das programações vendidas, resta o consolo de assistir a uma que outra pelada de luxo da Série B e olhe lá.
As atrações tipo assim "mais um campeão de audiência", você vai ter que pagar de novo para ver.
As exceções como Neymar, Ganso, Lucas, Arouca, Kleber e raros similares não são para o seu bico. Contente-se com as entrevistas em programas de bancada com Felipão, Muricy, Luxemburgo, Tite, Carpegiani, Renato Gaúcho, Falcão e um lá que outro atleta master como Adriano, Luiz Fabiano, Ronaldinho Gaúcho.
E cuidado que vêm por aí Seedorf, Vágner Love... Se bobear, não duvide, Ronaldo Fenômeno também volta.
E, se já não tem mais que conviver com os arroubos de narradores titulares regiamente pagos para estertorar emoções, contente-se com os locutores de segunda linha.
Contenha-se, no entanto, para não jogar o chinelo na tela ao escutar a voz e os conceitos furados de comentaristas feitos a machado, malformados, saídos dos bancos de reserva e promovidos a formadores de opinião porque ainda pensam que um dia jogaram futebol.
Bem feito para você que ainda paga duas vezes por esse conto do pacote, só para ter esse espetáculo deprimente dentro de casa.
Bem feito, você merece, pois nem se dá ao desfrute de tirar os filhos da sala numa hora dessas.
O Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, quer ouvir as gracinhas de Antonio Calocci sobre o sucesso do seu PAC - Plano de Aceleração do Crescimento do Patrimônio de Calocci.
E sabe você agora o que é que o PSDB está querendo? Nada mais, nada menos do que instalar uma CPI para investigar o ministro do Barraco Civil da Presidência da República.
Esses tucanos vão acabar estragando tudo. Uma comissão parlamentar de inquérito só serviria para confundir as coisas.
De repente, você não vai ficar sabendo sequer quem é mais engraçado: um piadista sem graça, ou um procurador que fala sério e provoca risadas. Tudo misturado acaba, como disse o profeta Delúbio Soares, em piada de salão.
CPI é o que a Al-Qaeda aliada do governo Dilma mais deseja nessa hora. Deseja quase tanto, quanto quer que Calocci se explique na Procuradoria Geral.
Umas que outras serão, logo ali, a garantia do atestado de absolvição de Calocci, o Magnata das Consultorias. Não precisa nem que seja inocentado; basta ser absolvido.
Dizem os jornais que Dilma almoçou com o presidente do PT, Rui Falcão, Calocci e o ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio.
Contam inclusive que a primeira-presidenta não só teve uma boa digestão, como adotou a máxima do seu criador Lula da Silva, para prolongar a estratégia de louvação da eficácia com que afinal o PAC - Plano de Aceleração do Crescimento do Patrimônio de Calocci saiu do papel.
Dilma recomendou "sangue frio" e "nervos de aço".
Pronto, foi só dizer isso para o serviço de Inteligência do governo entrar em ebulição e descarregar toda a energia de sua incomensurável capacidade de dedução.
Os arapongas mandaram a criadagem de plantão sair à cata de contatos imediatos de qualquer grau com dois reforços imbatíveis em termos de popularidade: Truman Capote e Lupicínio Rodrigues.
Não há ainda nenhum dossiê a respeito. Cogita-se, no entanto, que ambos podem integrar o ministério de Dilma. Eles se sentiriam como se estivessem em casa, afinal, conselheiro fantasma é o que não falta nesse governo.
A Ala dos Crédulos aqui do Sanatório da Notícia tem verdadeira paixão por essas conversas do papa. Ele acaba de conversar com os astronautas da Estação Espacial Internacional lá no meio do céu:
- E aí, nas alturas, como está o Senhor?
- Eu tô bem, obrigado, Santidade...
- O senhor tá bem, ótimo... Mas e o Senhor?
- Tô bem...
- Ótimo, mas e o Senhor, como está?
- Alô, alô, câmbio... Câmbio...
Um ruído anunciou ao Sumo Pontífice que o áudio da teleconferência havia sumido. Mas o soberano do Vaticano ainda teve tempo de escutar o interlocutor sussurando para a tripulação:
- Esse cara tá surdo que nem uma porta. Quando é que termina o mandato dele, hein?...
Você já imaginou o bode que daria se, no aeroporto de Cumbicas, agentes policiais invadissem um avião da TAM dois minutos antes da sua decolagem rumo a Washington e retirassem Lula da Classe A da aeronave, porque a Corte de Justiça de São Paulo deu crédito incondicional ao relato de uma camareira do hotel onde o palestrante brasileiro estava hospedado preparando seu discurso antes de embarcar rumo a mais uma conferência internacional?!?
É isso aí que o PT está falando, gentem! A nossa democracia majoritária dá um banho na democracia imperialista do País de Obama.
Aqui, até Maluf tem razão, "a gente estupra, mas não mata". Como o próprio MEC concordaria em gênero, número e degrau: - Aqui, o pessoal não somos nem tarado, nem truculento.
Nuncanahistoriadessepaís, uma camareira vai ter um grau de credibilidade tão insensato e opressor quanto aquela lá de Nova Iorque. E outra coisa que no Brasil a gente estamos carecas de saber: todo mundo é inocente até prova em contrário. Como sempre exige a primeira-presidenta Dilma: - Cadê as provas, cadê?!? Até o MEC quer saber.
Como Lula chamou Dilma e Gilberto Carvalho no apito e mandou que não deixem Calocci ser derrubado do Barraco Civil da Presidência da República, o fogo amigo do PT deixou de ser fogo cruzado e virou bala perdida para cima de Zé Serra.
Já começaram a chegar mensagens com cheiro de pólvora nas redações das redes de comunicação. Dizem que tem as digitais e foram reconhecidos traços do DNA de Franklin Martins - o arremedo de Goebells que ressurge das brumas e renasce das cinzas.
Goebells está voltando.
Os jornalões - como sempre - se defendem da ameaça de perder seus maiores patrocinadores e atiram nos leitores os projéteis oficiosos disparados das trincheiras estatais e casamatas do governo, sede dos petistas belicosos.
Nenhuma sala de redação - de jornal ou TV - deu bola para os estilhaços do pelotão de combate do Serra que tinham como alvo Zé Dirceu e sua Al-Qaeda petista. Tinham como alvo, mas não tinham a chancela que paga a tinta das impressoras, razão pela qual têm efeito de festim.
De tudo isso, dentre mortos e feridos, salvam-se todos... Menos a primeira-presidenta Dilma. Essa tá mortinha... Da Silva!
Você já contou quantas moradias foram entregues, desde Lula até hoje, aos brasileiros que sonham com a sua casa, sua vida?!? O único PAC que saiu do papel até agora foi o PCD do PC - Plano de Aceleração do Crescimento do Patrimônio do Calocci.
Escorrem murmurações pela rampa palaciana que até terça-feira Antonio Calocci deve deixar o cargo de ministro-mor do governo Dilma.
Os mesmos escoadouros deixam escapar pelo ladrão que entre ser ministro e habitar o Barraco Civil da Presidência em Brasília e ser burguês num apartamento de luxo em São Paulo, adquirido por módicos R$ 6,6 milhões, Calocci prefere a vida mansa de quem chegou à elite privada nacional.
Nesse pinga-pinga, esta seria a terceira vez que Calocci põe o cargo à disposição da primeira-presidenta. E a segunda que abandona os deveres de ser um ministro acima de qualquer suspeita.
Mesmo que nessa lavagem de roupa suja Dilma tire do balaio as vestes de gala do amigo Fernando Pimentel, ainda assim ela será a grande derrotada nesse episódio de águas turvas. Quem limpou o Calocci foi a banda larga do PT paulista que lava mais rápido.
Só para não dizer que a gente não falamos de flores - como diria Fernando Hadad - vamos reviver o incisivo vídeo para acabar com o crack. Promessa é promessa... O crack já era. O oxi está acabando com ele. Aguarde, vem a campanha contra a estricnina. Você vai gostar.
O ex-diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, teve que esperar sentado algumas horas para, finalmente, deixar nesta sexta-feira a prisão de Rikers Island, em Nova York. Ele pagou e não bufou uma fiança de US$ 1 milhão, coisa assim como R$ 1,6 milhão.
Há quem diga que o chá de banco monetário de Strauss-Kahn, foi porque o juiz Michael Obus, atrasou a ordem de soltura do petequeiro internacional em razão de dúvidas sobre o seu novo endereço em Nova York, enquanto ele por lá permanecer com uma pulseira nas canelas.
Sua mulher, a jornalista Anne Sinclair, tentou alugar um apartamento de luxo no prédio Bristol Paza, mas teve de desistir após reclamações dos vizinhos sobre a presença de Strauss-Kahn.
Na verdade, quem reclamou mesmo da vizinhança com Strauss foram os maridos do luxuoso condomínio - quase uma multidão. Afinal, um homem prevenido, vale por dois. As mulheres - no fundo, no fundo - estão inconsoláveis. Algumas já tinham até comprado toalhas novas e tudo mais.
Há quem se preocupe, inclusive, com jornalista as condições físicas de Anne Sinclair. Ela vai ficar sozinha com ele no novo endereço. Quer avaliar com ele a versão da teoria da conspiração. Mas, não é nada, não é nada o cara está saindo de um jejum de quase uma semana a seco.
A justiça de NY já providenciou a presença de um guarda na porta do novo apartamento de Strauss e Anne, 24 horas por dia. Ah sim, o recomendável é que a guarda seja do sexo masculino.
Antonio Calocci é show. Na perfeita realização do Plano de Aceleração do Crescimento de seu patrimônio, ele apenas está demonstrando que a receita aqui do Sanatório da Notícia está absolutamente certa: só burro é corrupto no Brasil.
Calocci, antes de ser ministro pela segunda vez, era apenas um empresário bem sucedido. Não precisou nem precisa ser mais do que isso.
O próprio Lula, seu mentor, irmão e chefe amigo do peito, vem mostrando isso todo santo dia: bastou montar uma lavanderia de palestras enxutas e pronto!
É um empresário como nunca antes na história desse país algum burguês chegara a tanto com tamanha rapidez e desenvoltura.
De resto é só a pandilha seguir as leis que os sevandijas criam em causa própria que é o quanto basta para que fique blindada para sempre. No Brasil de hoje, corrupção é burrice.
Mas não tem jeito, a espécie prolifera com tamanha rapidez que deixa a impressão de que os orgãos estatais são usados como instrumentos de procriação e permanente inseminação artificial .
Fernando Haddad disse lá no Congresso Nacional que o MEC vai continuar distribuindo nas escolas de todo o país o livro que ensina errado.
Ele está se provalecendo porque a primeira-ministra anda atrapalhada com a sua pneumonia leve, agravada agora pelas pontadas de vergonha que vem sentindo com o lançamento do PAC do PC - Plano de Aceleração do Crescimento do Patrimônio de Calocci.
Não fosse por isso, a primeira-presidenta já teria sido diligenta e convidado o palhaço Tiririca, da Al-Qaeda governista, para ministro da Educação. Pena é que o Ministério passaria a ser menos engraçado.
A oposição é tão infeliz e tão decaída no Brasil que nem sequer reaje diante da vergonha de não levar a culpa pelo vazamento da fortuna meteórica de Antonio Calocci.
Aguenta calada a humilhação e mal pode esperar para tomar puxões de orelhas e levar umas boas palmadas por não ter elucubrado a teoria da conspiração contra o ministro-mor de Lula no governo Dilma; cai de quatro e sai ganindo por não ter sido, nem de longe, lembrada como autora da armação para derrubar o abjeto Calocci.
A glória de mais esta obra que transforma a Casa no Barraco Civil da Presidência da República é toda do PT. A oposição está morta e só não está sepultada porque ainda se presta para apanhar do dono. O PT adora chutar cachorro morto.
Quando, sem ter o que temer, denunciou a bandalheira do Casarão da República de Ribeirão Preto, chefiada por Antonio Calocci às margens do Lago Paranoá, em Brasília, o caseiro Francenildo Santos Costa, o Nildo, teve o seu sigilo bancário quebrado.
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Hoje, Antonio Palocci Filho, o Calocci - pressionado e cheio de temores - pede a amigos e inimigos que, em nome de todos os santos, não quebrem o sigilo de suas contas bancárias e nem as dos seus aludidos 20 clientes que transformaram seu patrimônio de R$ 375 mil em pelo menos R$ 7,5 milhões, no mais recente quatriênio.
Francenildo, pobre bicho desempregado até hoje, teve que prestar contas de um depósito de R$ 30 mil que, na época, foi feito em seu nome por seu pai biológico. Antonio Calocci não quer e nem vai prestar conta de coisa nenhuma a respeito desses R$ 7,5 milhões que vieram à tona. É assim que somos todos iguais perante a lei. Claro, Antonio Calocci é mais igual aos seus iguais.
Bem feito para Dilma que teve toda a liberdade do mundo para escolher os seus ministros - inclusive uma votação esplendorosa do povo - e promoveu com toda a pompa e circunstância o afamado Calocci para seu maior companheiro, olheiro e conselheiro.
É o preço que a primeira-presidenta Dilma tem que pagar por fazer parte da elite comandada pelo bom burguês Seu Encarnado, o dono da mais nova Lavanderia "Palestras Enxutas".
Já se tratou disso aqui no Sanatório, mas ninguém ficou curado: Dilma pode substituir Calocci por Pimentel. Pode, mas não vai, porque não pode.
A triste realidade cansada de guerra é que, nem a velha amizade por Pimentel consegue furar a blindagem que Antonio Calocci desfruta por honra e glória do grande chefe, Seu Encarnado que não desencarna do governo.
Calocci representa o rei desse arremedo adaptado de Império Persa em que foi transformado o Brasil.
Ele é o fiscal dos sátrapas, aqueles encarregados de arrecadar impostos e ganhos de tudo que era tipo para os alforges do rei. Calocci é o cara do Cara; os olhos e ouvidos do rei. A Casa Civil é uma satrápia.
Dilma não tem como entrar em seus domínios sem pedir licença e curvar-se diante das forças do Dario I da República Imperial dos Calamares.
Nessa história antiga e destrambelhada que há oito anos vem sendo instalada no Brasil por Seu Encarnado e suas legiões majoritárias, nem que apareça montada num cavalo de Tróia, vestindo a armadura de Joana D'Arc, a primeira-guerrilheira-presidenta Dilma Rousseff estaria blindada contra a ameaça de ver seu governo demantelar-se em lágrimas no Muro das Lamentações.
Calocci conta com as bençãos do rei Encarnado e de suas hordas de mensaleiros, juristas, ministros carteiristas, governistas, oposicionistas de consciências mistas; todos almas gemeas, todos irmãos de sangue, coração e vida.
Dilma não tem saída: vai ter que se contentar em ser agora, nada mais nem menos do que a Mãe do PAC do PC - Plano de Aceleração do Crescimento do Patrimônio de Calocci.
O fogo amigo virou fogo cruzado nas fileiras petistas. Os companheiros da Al-Qaeda* petista paulistana que alvejaram a fortuna bombástica de Calocci, agora não poupam munição em cima de Paulo Bernardo e Guido Mantega.
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O primeiro, estaria mirando Calocci porque deseja ser chefe da sua Casa Civil, sua vida; o segundo detona o notável Plano de Aceleração do Crescimento do patrimônio do ministro-chefe porque não quer sair da trincheira lá da Fazenda.
Como se vê, para o governo a Campanha do Desarmamento só serve para os outros. E os companheiros e seus guerrilherios não usam bala de festim.
(*) Al-Qaeda - Base. (Olhaí, Aninha de Hollanda, o Sanatórioda Notícia também é cultura. E a Lei Rouanet, vai bem?!?).
Não é porque Seu Dominique Strauss-Khan tenha mais testoterona que qualquer mortal, ou porque se julgue mais homo que todo mundo, que uma camareira de hotel tem que lavar mais branco.
Não é por isso que Strauss-Kahn anda bancando o espadachim por aí, dando estocada em tudo que é traseiro que tenha mais à mão. É que ele tem sempre um milhão de dólares reservados só para esses arroubos de fincão intocável.
O dinheiro, mais que poder, é um sentimento de superioridade que leva esses canalhas que não sabem envelhecer, a estuprar a dignidade de quem esteja ao seu alcance.
Bem feito que perdeu a gerência do FMI, já pagou um milhão de dólares para ir pra casa, a esposa já disse que ela vai ser a sua camareira agora e bem feito também que ele ficou chupando o dedo!
Mala Suplicy defendeu em plenário Antonio Calocci. Misturou lavanderia com consultoria. E nem se referiu ao singelo fato de que a empresa imobiliária de Calocci só cuida dos imóveis que ele mesmo adquiriu: um residencial de R$ 6 milhões e 600 mil; outro de R$ 882 mil que usa como sede da sua atarefadíssima imobiliária. Mais do que defender Calocci, Mala Suplicy defendeu sua pretensão de ser candidata a prefeita de São Paulo. Para isso, precisa contar com a Al-Qaeda aliada da Casa Civil.
Antonio Calocci levou a sério o Plano de Aceleração do Crescimento.
Em pouco mais de quatro anos, sua empresa de consultoria fez seu patrimônio crescer de R$ 375 mil para R$ 7,5 milhões.
O fogo amigo do PT fez Dilma voltar a ser a mãe do PAC. E já deu um puxão de orelhas na viúva de Celso Daniel, Miriam Aparecida Belchior, sua ministra de Planejamento Orçamento e Gestão:
- Veja bem, quando eu me refiro ao sucesso do PAC é disso que eu tô falando!
RODAPÉ - A mais alta remuneração de mercado concedida às empresas de corretagem em transações imobiliárias é de 7% sobre o valor bruto dos negócios de compra e venda. Para ter R$ 7,5 milhões sobrando, uma imobiliária teria que ter concretizado em quatro anos pelo menos R$ 98,2 milhões de negócios para terceiros. Mas o Leão da Receita já deve estar com a juba careca de tanto saber disso...